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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2025

Da idolatria ao odioso…

… a um desprezível que não compreende mero desprezo.


Miguel Tavares escreve hoje: «Benfica e Sporting mostraram inveja», Record, 19/II/25, p. 11.


 (Recorte da capa do Record, 19/II/25, in Sapo.)


 

17 comentários:

  1. É como dizer-se que os italianos têm inveja do Corleone.

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  2. Esse Tavares é um boçal. Quando abre a cloaca só sai trampa.
    Cumprimentos.

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  3. Este raivoso espumou isto por dor de corno. Foi-lhe insuportável o desprezo. Queria preito e homenagem pela via das condolências. A seguir ainda era capaz de vir para o Diário de Notícias escrever HIPÓCRITAS! porque eram condolências de quem nada estava condoído.
    Cumpts.

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  4. O presidente da AR aprestou um voto de pesar pela morte de Pinto da Costa e houve uma abstenção do deputado Carneiro, pelo Porto, do PSD. Cumpts.

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  5. Isso era certinho, direitinho. Aposto que até já tinha o texto alinhavado para o fazer.
    Cumprimentos.

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  6. A assembleia ex-nacional aprestou-se bem. É tudo farinha do mesmo saco.
    Cumpts.

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  7. “A assembleia ex-nacional..,”? E porque não ex-Cortes? Cumpts

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  8. E esta, hein? Cumpts.

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  9. O empréstimo? Já deitei fora.
    Cumpts.

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  10. Desprezo?
    Claro que não.

    O silêncio do SLB e SCP S.A. foi a última vitória de Pinto da Costa.

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  11. E será por essa «vitória» que o cronicão Tavares e os restantes reclamam do silêncio?
    Cumpts.

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  12. O MST sempre arrepiou um caminho tortuoso de ser adepto do FCP e ao mesmo tempo crítico "independente" do seu presidente.

    Não se deve confundir o conteúdo das respectivas croniquetas com o papel histórico do presidente. Quem viveu do e para o ressentimento agremiador das massas associativas moldou toda uma forma de estar no futebol que se instalou bem fundo na própria capital. O desprezo não é indiferença, o que uma insípida nota denotaria. O silêncio dos clubes da capital é ruidoso. QED.

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  13. Andam por todo o lado, estes vendedores de vigésimo premiado.

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  14. Não. Desprezo é não prezar, não dar valor. Manifesta-se por omissão ou com silêncio.
    O silêncio tornou-se ruidoso, mas donde veio o banzé?

    Quem viveu do e para o ressentimento agremiador das massas foi o defunto. Levou a vida toda nisso e parece que ainda agora, depois de morto. Mas só porque lhe tomam despropositadamente o legado lá onde não é a capital, mas donde houve nome Portugal.

    Cumpts.

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