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domingo, 15 de novembro de 2015

Pulguedo


« De volta a Paris, depois do choque, os museus e espaços públicos continuam fechados, mas no conhecido mercado das pulgas grande parte dos comerciantes reabriram (sic) as portas» (Telejornal, S.I.C., 15/XI/15).



 Temos um jornalismo mais versado em inglês de praia do que no idioma de Camões. E irritantemente estúpido. Abastece-se na feira da ladra global de notícias e que temos? -- O conhecido mercado das pulgas, já ouviu falar?...


 Antes, noutro telejornal de burrice estrondosa, o terrorista de linhagem argelina, Ismael, além de filho da mãe, diz que era de «descendência portuguesa». (Percebia-se logo do nome que devia desaguar cá.)


 




 


(Retratos da S.I.C. e da T.V.I., 15/XI/15.)


 

5 comentários:

  1. E o que dizer do jornaleiro de plantão às notícias, de um canal cujo nome já nem recordo, que enfatizou a sorte dos espectadores no estádio de futebol, devida ao porteiro ter desconfiado do aspecto volumoso do casaco do, então, putativo terrorista e assim ter impedido a sua entrada, não restando a este outra alternativa que não implodir-se no exterior. Em calhando, digo eu, com a ajuda do porteiro, que percebeu logo ao que ele vinha. Haja Deus !

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  2. E não era esse astuto concierge porventura também de «descendência portuguesa»? Aposto que sim!...
    Cumpts.

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  3. Inspector Jaap18/11/15 11:43

    Não, esse não, que é dos bons.
    A pavloviana campainha destes perros só soa quando do “menu” consta algo que nos apouque.
    Cumpts

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  4. Muitos há que não distinguem; soa-lhes quando consta algo que nos qualquer coisa.
    Cumpts.

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  5. Inspector Jaap20/11/15 11:06

    Ah! ah! ah! ah!
    então não é que é mesmo isso?
    Cumpts

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