« De volta a Paris, depois do choque, os museus e espaços públicos continuam fechados, mas no conhecido mercado das pulgas grande parte dos comerciantes reabriram (sic) as portas» (Telejornal, S.I.C., 15/XI/15).
Temos um jornalismo mais versado em inglês de praia do que no idioma de Camões. E irritantemente estúpido. Abastece-se na feira da ladra global de notícias e que temos? -- O conhecido mercado das pulgas, já ouviu falar?...
Antes, noutro telejornal de burrice estrondosa, o terrorista de linhagem argelina, Ismael, além de filho da mãe, diz que era de «descendência portuguesa». (Percebia-se logo do nome que devia desaguar cá.)
(Retratos da S.I.C. e da T.V.I., 15/XI/15.)
E o que dizer do jornaleiro de plantão às notícias, de um canal cujo nome já nem recordo, que enfatizou a sorte dos espectadores no estádio de futebol, devida ao porteiro ter desconfiado do aspecto volumoso do casaco do, então, putativo terrorista e assim ter impedido a sua entrada, não restando a este outra alternativa que não implodir-se no exterior. Em calhando, digo eu, com a ajuda do porteiro, que percebeu logo ao que ele vinha. Haja Deus !
ResponderEliminarE não era esse astuto concierge porventura também de «descendência portuguesa»? Aposto que sim!...
ResponderEliminarCumpts.
Não, esse não, que é dos bons.
ResponderEliminarA pavloviana campainha destes perros só soa quando do “menu” consta algo que nos apouque.
Cumpts
Muitos há que não distinguem; soa-lhes quando consta algo que nos qualquer coisa.
ResponderEliminarCumpts.
Ah! ah! ah! ah!
ResponderEliminarentão não é que é mesmo isso?
Cumpts