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sábado, 1 de dezembro de 2012

Pois que seria, se todos quisessem...

« Dizendo um castelhano a mestre André de Resende que os Portugueses não eram mais de seis, dos quais dois andavam em demandas, e dois estavam presos nas cadeias, e dois queriam consquistar o mundo, disse-lhe mestre André:
— Pois que fizeram, se todos seis quiseram conquistar os mundo!...»


J. H. Saraiva (anot. e com.), Ditos Portugueses Dignos de Memória; História íntima do sécúlo XVI, 3ª ed., Mem Martins, Europa-América, 1997, p. 384 (1075).

Fotografia sem data. Produzida durante a actividade do Estúdio Mário Novais: 1933-1983.





Imagem adaptada de Desfile da Mocidade Portuguesa Feminina, Lisboa, s.d..
Estúdio de Mário de Novais: 1933-83, in Bibliotheca de Arte da F.C.G..

7 comentários:

  1. Não será auto-afago paroxístico, senão reconhecimento do mérito dos Maiores, o êxtase perante o que um punhado fez do espaço, ao ponto de quase esgotar o espaço, caso mais fossem.
    Sem ser coisa nossa, faz lembrar a sobranceria de Samuel Johnson, o qual, criticado por se deitar sozinho a fazer um dicionário, quando, em França, a Academia inteira experimentava dificuldades na confecção duma obra dessas, exclamou:
    «Mas um cavalheiro inglês para quarenta franceses é uma proporção perfeitamente correcta».

    Abraço, Caro Bic

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  2. Os fascistas chamam o presente desgoverno de traidores, o presidente da câmara municipal do intendente quer fazer o 1º de Dezembro em Lisboa mesmo que não seja feriado; mas porque raio ou que ganha o presente desgoverno com a eliminação de feriados

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  3. Inspector Jaap6/12/12 17:02

    Concordo consigo em quase tudo o que disse; de facto, o conteúdo do seu 1º parágrafo é que esta gente menor não digere; de todo!
    Quanto ao «John Bull» que referencia, perderia as «peneiras» se cá viesse hoje, ao jardim à beira-mar plantado, ver como qualquer alimária sem mérito nem honra, em meia dúzia de intervenções televisivas enchia um dicionário de disparates.
    Cumpts

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  4. Inspector Jaap6/12/12 17:08

    Caro «tron», permita-me um pequeno reparo: não se trata da eliminação de feriados, acéfala em si mesma, mas de ALGUNS feriados… acha que esta seita alguma vez «os teria no sítio», para, por exemplo, acabar com o do vinte e tal do quatro, pelas razão aduzidas para o 1º de Dezembro? Mas acha mesmo que esta data lhes diz alguma coisa? Só se também fosse comemorada na Alemanha por qualquer exógena razão. Desgraçados!
    Cumpts

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  5. É um facto nem o Dia da Liberdade nem o da Restauração dizem alguma coisa aos percevejos que estão no poleiro, mas talvez estejam com medo de alguns aventais radicais e por isso não mexem no dia dos Cravos; já li em várias publicações se tal for feito vai haver molho

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  6. Quando será que perdemos, como povo, a noção do nosso valor? Como se nos terá inoculado esta patogenia da inferioridade?
    É arrasador.
    Cumpts.

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  7. É verdade que há tenção de apagar a memória selectivamente.
    Cumpts.

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