O arco de Santo André, ao cimo da calçada do mesmo santo, tirado da Calçada da Graça. O arco formatava enformava uma das não sei quantas portas da cêrca fernandina: a porta de Santo André, pois bem. Sôbre a porta percebemos-lhe o passadiço da guarda, na muralha que seguia caminho da Graça, donde tornava em direcção ao Tejo por S. Vicente.
Foi demolido em 1913 para dar passagem ao progresso.
Arco de Santo André, Lisboa, [1898-1904].
A.F.C.M.L., Fundo antigo, FAN000902.
Pois se o Santo do Dia e do Nome foi crucificado numa aspa, quem somos nós para não pormos umas aspas do tamanho do mundo em quejandos progressos?
ResponderEliminarAbraço, Caro Bic
Abraço. :)
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