| início |

sexta-feira, 27 de março de 2009

Foto do dia

Cócoras?

 Ao deixar-me o recorte o estimado amigo Fernando C. perguntou: será?
 Claro que não é. Assim como vejo é como a Alemanha perdeu a guerra. De cócoras é como vimos nos noticiários quando há dias nos visitou o presidente de Angola.


(Imagem: Global Notícias, 24/3/2008.)

16 comentários:

  1. estrelaestrabica27/3/09 18:13

    Acho que nesse dia também estavamos (e vamos estar nos próximos tempos)"como a Alemanha perdeu a guerra"...e toca a andar!

    ResponderEliminar
  2. Então sou eu que já estou como o jornalista que escreveu a legenda. Cumpts.

    ResponderEliminar
  3. Paulo Nunes27/3/09 20:59

    De "cócoras", de "joelhos" ou de "gatas", acho que são conceitos diferentes. Seria por aí o comentário do Sr. Fernando C?

    Quanto à visita do presidente de Angola e à posição portuguesa, acho que ainda podemos acrescentar à lista o conceito do "rastejar"...

    Os melhores cumprimentos a todos

    ResponderEliminar
  4. Isso mesmo. Respeitava o comentário do sr. fernando C. ao erro de confundir 'de gatas' com 'de cócoras'.
    E tem vossemecê razão no resto também, claro.
    Cumpts.

    ResponderEliminar
  5. Para se ser jornalista, hoje em dia, é necessário possuir um Q.I. abaixo de 80. Mais coisa menos coisa.
    E é claro que ninguém tem culpa de o ter.
    Abraço

    ResponderEliminar
  6. Alguém terá responsabilidde de os recrutar. Mas pode isso fazer parte do ofício, bem entendido. Cumpts.

    ResponderEliminar
  7. É curioso que, há uns anos, os jornalistas não eram “formados” em jornalismo e possuíam – e possuem - muito mais cultura e capacidade profissional que os “génios jornalísticos” da actualidade (e eu tive - e tenho - a sorte de conviver com alguns).
    Isso faz-nos pensar qual a verdadeira função das faculdades, cursos, graduações, pós-graduações, etc. e tal... E qual verdadeira motivação das pessoas hoje em dia. Se a sede de saber e crescer, se o cego desejo de “aparecer”.

    É como se diz no meio: há quem faça de tudo para o “pastelinho de bacalhau”... Tudo menos cultivar-se, claro! :-x

    Abraço

    ResponderEliminar
  8. PS- E não falo como jornalista! Não falo, nem sou (embora pudesse ter sido). :-)

    ResponderEliminar
  9. Infelizmente os Portugueses seguem este exemplo alemão inúmeras vezes. E sempre sem qualquer resultado. Para além de nos agacharmos cada vez mais, claro! :-x

    Abraço

    ResponderEliminar
  10. A cultura funda-se na tradição. Isso é desprezível numa civilização que reinventa o mundo do nada em cada dia. Porém a tradição da ignorância subjaz (era preciso conseguir pensar para a detectar) desde que os primeiros mestres ficaram todos administrativamente aprovados com distinção e mérito. A causa ganhou e o ciclo da burrice prosperou, democratizando-se.
    Não lhe vislumbro perfil para jornalista. Por causa do Q.I..
    Cumpts.

    ResponderEliminar
  11. Refere-se aos governantes. Concordo.
    Cumpts.

    ResponderEliminar
  12. Nunca fiz o teste… Mas agradeço a confiança! :-)

    Em relação ao resto – e para grande tristeza minha - tem toda a razão. De tal forma que, para dizer tudo o que penso sobre o assunto, correria o perigo de ser imensamente e politicamente incorrecta. O que, como toda a gente sabe, é um crime punível com pena de prisão social perpétua... Não que o “social” me interesse muito! :-x

    Abraço

    ResponderEliminar
  13. Sim. Aqui o “nos” foi só de retórica.
    Agora direi como digo quando me falam da bola:
    - Lá perdemos nós o jogo!
    - Perdemos não! Perderam eles, que os meus campos são outros!...
    (o pior é que aqui perdemos mesmo todos!)

    Abraço

    ResponderEliminar
  14. Sim. Quando os governos deitam as coisas a perder somos nós...
    Cumpts. :)

    ResponderEliminar
  15. Já nem me admiro, leio o público online quase todos os dias, a quantidade de coisas não exactas, erros e ligeirezas nas notícias chega a ser embaraçante. Quanto ao governo Português, nenhuma das palavras que referiram me passou pela mente, a que veio espontânea foi canzana.

    ResponderEliminar
  16. Adivinhava-se. Havíamos de chegar a tal...
    Cumpts.

    ResponderEliminar