Ao deixar-me o recorte o estimado amigo Fernando C. perguntou: será?
Claro que não é. Assim como vejo é como a Alemanha perdeu a guerra. De cócoras é como vimos nos noticiários quando há dias nos visitou o presidente de Angola.
(Imagem: Global Notícias, 24/3/2008.)
Acho que nesse dia também estavamos (e vamos estar nos próximos tempos)"como a Alemanha perdeu a guerra"...e toca a andar!
ResponderEliminarEntão sou eu que já estou como o jornalista que escreveu a legenda. Cumpts.
ResponderEliminarDe "cócoras", de "joelhos" ou de "gatas", acho que são conceitos diferentes. Seria por aí o comentário do Sr. Fernando C?
ResponderEliminarQuanto à visita do presidente de Angola e à posição portuguesa, acho que ainda podemos acrescentar à lista o conceito do "rastejar"...
Os melhores cumprimentos a todos
Isso mesmo. Respeitava o comentário do sr. fernando C. ao erro de confundir 'de gatas' com 'de cócoras'.
ResponderEliminarE tem vossemecê razão no resto também, claro.
Cumpts.
Para se ser jornalista, hoje em dia, é necessário possuir um Q.I. abaixo de 80. Mais coisa menos coisa.
ResponderEliminarE é claro que ninguém tem culpa de o ter.
Abraço
Alguém terá responsabilidde de os recrutar. Mas pode isso fazer parte do ofício, bem entendido. Cumpts.
ResponderEliminarÉ curioso que, há uns anos, os jornalistas não eram “formados” em jornalismo e possuíam – e possuem - muito mais cultura e capacidade profissional que os “génios jornalísticos” da actualidade (e eu tive - e tenho - a sorte de conviver com alguns).
ResponderEliminarIsso faz-nos pensar qual a verdadeira função das faculdades, cursos, graduações, pós-graduações, etc. e tal... E qual verdadeira motivação das pessoas hoje em dia. Se a sede de saber e crescer, se o cego desejo de “aparecer”.
É como se diz no meio: há quem faça de tudo para o “pastelinho de bacalhau”... Tudo menos cultivar-se, claro! :-x
Abraço
PS- E não falo como jornalista! Não falo, nem sou (embora pudesse ter sido). :-)
ResponderEliminarInfelizmente os Portugueses seguem este exemplo alemão inúmeras vezes. E sempre sem qualquer resultado. Para além de nos agacharmos cada vez mais, claro! :-x
ResponderEliminarAbraço
A cultura funda-se na tradição. Isso é desprezível numa civilização que reinventa o mundo do nada em cada dia. Porém a tradição da ignorância subjaz (era preciso conseguir pensar para a detectar) desde que os primeiros mestres ficaram todos administrativamente aprovados com distinção e mérito. A causa ganhou e o ciclo da burrice prosperou, democratizando-se.
ResponderEliminarNão lhe vislumbro perfil para jornalista. Por causa do Q.I..
Cumpts.
Refere-se aos governantes. Concordo.
ResponderEliminarCumpts.
Nunca fiz o teste… Mas agradeço a confiança! :-)
ResponderEliminarEm relação ao resto – e para grande tristeza minha - tem toda a razão. De tal forma que, para dizer tudo o que penso sobre o assunto, correria o perigo de ser imensamente e politicamente incorrecta. O que, como toda a gente sabe, é um crime punível com pena de prisão social perpétua... Não que o “social” me interesse muito! :-x
Abraço
Sim. Aqui o “nos” foi só de retórica.
ResponderEliminarAgora direi como digo quando me falam da bola:
- Lá perdemos nós o jogo!
- Perdemos não! Perderam eles, que os meus campos são outros!...
(o pior é que aqui perdemos mesmo todos!)
Abraço
Sim. Quando os governos deitam as coisas a perder somos nós...
ResponderEliminarCumpts. :)
Já nem me admiro, leio o público online quase todos os dias, a quantidade de coisas não exactas, erros e ligeirezas nas notícias chega a ser embaraçante. Quanto ao governo Português, nenhuma das palavras que referiram me passou pela mente, a que veio espontânea foi canzana.
ResponderEliminarAdivinhava-se. Havíamos de chegar a tal...
ResponderEliminarCumpts.