Carlos do Carmo Letra e música: Frederico de Brito |
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Esta [última] aqui é do Eduardo Gageiro; as [primeiras] que ladeiam o poema descobri-as na Internete há tempos, mas não consegui agora identificar o sítio nem o autor. (Revisto: se premir nas imagens, vê-las-á ampliadas e a cores, menos a do Gageiro, que é a p/b. Publicado em 9 de Dezembro de 2005 às 22 e 43. Tornado a publicar no dia de finados de 2019 à mesma hora e reposto à data original em 19 de Abril de 23.) |
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sexta-feira, 9 de dezembro de 2005
Canoas do Tejo (hoje deu-me para recordar isto)
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belas imagnes... vou te linkar se nao for problema... ora entao um grande bem haja
ResponderEliminarNão há problema algum, fico até orgulhoso. Cumpts.
ResponderEliminarQue excelente postagem, toda ela transmite o seu tempo e lugar, absorvendo-nos neles. Bom fim de semana.
ResponderEliminarA intemporalidade de Lisboa é que se presta à poesia. Muito obrigado e cumpts.
ResponderEliminarQue saudades da fotografia de Eduardo Gageiro.Um grande fotografo português.
ResponderEliminarSem dúvida!... Cumpts.
ResponderEliminarO teu poder de síntese continua a fascinar-me (hi, hi, hi). OK, agora eu: Canoas do Tejo é, para mim, a melhor canção do Carlos do Carmo. Pena é que, quando vou a Lisboa, já não veja as canoas e mal veja o Tejo com tanto trânsito e confusão à minha volta. Apenas as gaivotas continuam por lá. Boa semana.
ResponderEliminarSim, as gaivotas perduram... O artigo foi para recordar o mais, que vem levando sumiço. Cumpts.
ResponderEliminarAs fotografias são divinais, e a música do Carlos do Carmo é linda.
ResponderEliminarParabéns pelo blogue!.....Muito bom !!
Muito obrigado! Cumpts.
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