Segundo se escrevia no Guia de Portugal em 1924:
« Finalmente, no extremo N. dessa longa artéria, como remate da cidade moderna, abre-se o diadema da Rotunda (Praça Marquês de Pombal), de pavimento em empedrado lisboeta, com letreiros alusivos à acção reformadora do estadista, plantada de acácias do Japão (Sophora japonica), e de onde a vista se enfia através da Avenida e as ruas da Baixa até morrer nos montes azuis da outra banda. De aí irradiam em diferentes direcções uma série de avenidas: a de Brancaamp, que vai dar à praça do Brasil [Largo do Rato]; a de Fontes Pereira de Melo que comunica com a praça do Duque de Saldanha, servindo de ligação aos modernos bairros conhecidos por Avenidas Novas; e a do Duque de Loulé, que liga directamente a Rotunda com o largo do Matadouro, servindo de limite N. ao bairro de Camões.» (1)
Praça Marquês de Pombal, Lisboa, 195...
Fotografia: António Passaporte, in Postais de Lisboa, [Lisboa], C.M.L., [1998].
Notas:
(1) Raúl Proença, Guia de Portugal, 1.º v., «Generalidades; Lisboa e arredores», 1.ª ed., Lisboa, B.N., 1924, p. 251 [Reedição da F. Calouste Gulbenkian, imp. 1991, que reproduz fielmente a 1.ª ed. de 1924].
Bolas, Bic, uma pessoa está 2 dias sem cá vir e já tem meia dúzia de posts novos. Espera aí, que eu assim não consigo aproveitar o bom que tens para oferecer. Feito o reparo e olhando para a nossa Rotunda de outrora, só tenho a dizer que: quem me dera ter conduzido nessa época.
ResponderEliminarUma meia-dúzia de três... Cumpts.
ResponderEliminarSeja como for...meia-dúzia de três ou uma vintena de três em pipo. Tu não vês que essas fotografias valem muito a pena de serem apreciadas!!!!Não é para andares nessa correria toda. Apre na BIC! hi, hi, hi...beijo terno. (tou a gostar...)
ResponderEliminarO blogo pode sempre ser visitado. Apareça sempre que lhe apeteça que tenho muito gosto nisso. Cumpts.
ResponderEliminar