Bruno Lopes, «60 anos da Ponte [Salazar]», Sábado, 5/VIII/26.
Recorte rasgado a custo da rede pelo Chato Gepetê (foi o cabo dos trabalhos convencê-lo a rasurar a asneira e emendá-la com Salazar).
Alguém percebe como são hoje os 60 anos da dita
Ponte 25 de Abril (está na notícia), se o 25 dito só tem 52?
Será
52 + 25 = 60?
É, não é?!…
Ah! E leio destes
matemáticos à jorna (por isso escrevem no jornal), bufadores de velinhas
nestes aniversários sempre redondos da treta, que Salazar não na queria, à ponte, mas
que isso era a fingir. Vai daí votou contra a ponte no conselho de ministros
que a deliberou levar a cabo.
Mas que ditador!
Decisões
a votos no próprio conselho de ministros de que ele era ditador e no fim,
votava pela oposição.
É obra!
Em todos os sentidos
e mais um: deixar-se vencer pelo voto no conselho de ministros (mas só a fingir)
e conseguir com o seu voto contra levar a efeito em 1966 esta grande
conquista de Abril em 1975, tão afortunadamente registada para a eternidade na imortal fotografia do
Gageiro.
Ponte
25 de Abril Salazar,
mudança de nome
usurpação da obra, Lisboa, 1975.
Eduardo Gageiro, in Arquivo Fotográfico da
C.M.L.
quinta-feira, 6 de agosto de 2026
Aritmética da treta, aniversários da treta, tudo da treta
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