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quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Notícia do dr. J. H. Saraiva

«Uma carta do Infante D. Henrique» pelo dr. J. H. Saraiva (Diário de Lisbôa, 30-6-948)


«Uma carta do Infante D. Henrique», in Diário de Lisbôa, 30-6-948.
(O recorte é duma fotocopia subsidiada da Fundação do irmão do dr. Tertuliano.)

4 comentários:

  1. Tânger, Arzila e Ceuta colocavam Portugal a dominar a entrada do Mediterrâneo. Perder pelos menos Ceuta e Tânger por causa da União Ibérica foi terrível para o nosso grau de poder geopolítico.

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  2. Não fui o único que não se esqueceu!

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  3. É uma ideia. Mas no séc. XVII já o eixo português se desviara para o Atlântico.
    No séc. XVI sim, esse poder pode ter contado para fechar o Mediterrâneo ao comércio das especiarias, somado que foi ao domínio de Ormuz e do cabo de Guardafui (apesar do falhanço da tomada de Adém nas portas do Mar Roxo).

    Mas o artigo aqui foca a substância do desígnio nacional: o empenho da nação como um todo, com todas as classes sociais do reino, com seus interesses particulares, unidas num propósito maior que foi a expansão do poder de el-rei de Portugal. Isso, sim, foi o que lavrou os pergaminhos de Portugal nos Annaes da História Universal.

    (Revisto.)

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