Tânger, Arzila e Ceuta colocavam Portugal a dominar a entrada do Mediterrâneo. Perder pelos menos Ceuta e Tânger por causa da União Ibérica foi terrível para o nosso grau de poder geopolítico.
É uma ideia. Mas no séc. XVII já o eixo português se desviara para o Atlântico. No séc. XVI sim, esse poder pode ter contado para fechar o Mediterrâneo ao comércio das especiarias, somado que foi ao domínio de Ormuz e do cabo de Guardafui (apesar do falhanço da tomada de Adém nas portas do Mar Roxo).
Mas o artigo aqui foca a substância do desígnio nacional: o empenho da nação como um todo, com todas as classes sociais do reino, com seus interesses particulares, unidas num propósito maior que foi a expansão do poder de el-rei de Portugal. Isso, sim, foi o que lavrou os pergaminhos de Portugal nos Annaes da História Universal.
Tânger, Arzila e Ceuta colocavam Portugal a dominar a entrada do Mediterrâneo. Perder pelos menos Ceuta e Tânger por causa da União Ibérica foi terrível para o nosso grau de poder geopolítico.
ResponderEliminarNão fui o único que não se esqueceu!
ResponderEliminar😃
ResponderEliminarÉ uma ideia. Mas no séc. XVII já o eixo português se desviara para o Atlântico.
ResponderEliminarNo séc. XVI sim, esse poder pode ter contado para fechar o Mediterrâneo ao comércio das especiarias, somado que foi ao domínio de Ormuz e do cabo de Guardafui (apesar do falhanço da tomada de Adém nas portas do Mar Roxo).
Mas o artigo aqui foca a substância do desígnio nacional: o empenho da nação como um todo, com todas as classes sociais do reino, com seus interesses particulares, unidas num propósito maior que foi a expansão do poder de el-rei de Portugal. Isso, sim, foi o que lavrou os pergaminhos de Portugal nos Annaes da História Universal.
(Revisto.)