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domingo, 24 de fevereiro de 2013

Ratos no lixo

 Donde me vejo lixo é lixo, é para deitar fora. Logo, descarto simplesmente o lixo, não gero matéria prima. A perspectiva do industrial da reciclagem é que concebe o lixo como matéria prima. Pois bem, qualquer matéria prima é susceptível de incorporação de valor. Naturalmente, justo é que quem tome o lixo desprezado e lhe incorpore valor num dado processo de produção venha a arrecadar renda da mais-valia gerada. Naturalmente, justo será também, que venha a arcar por si com os necessários custos de produção. -- Ora por que diabo hei eu de dar a minha força de trabalho a tal processo de produção se me não há-de calhar quinhão do lucro? Pela fé de salvar o planeta?! Deus me livre!
 E em cima disto ainda andam por aí a ratar-me dos impostos municipais as ladainhas com que me enganam.


Com lixo me enganas...

5 comentários:

  1. Amigo enquanto o presidente da câmara do Intendente anda a brincar aos bonecos....as ruas estão assim como neste artigo da minha autoria

    http://reporter007.blogs.sapo.pt/1572077.html

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  2. Inspector Jaap3/3/13 13:41

    Então o lixo não é o «habitat» natural desses especímenes ? De que se admiram, pois?
    Cumpts

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  3. É cama do presidente da câmara; não esquecer de chamar o coveiro.
    Cumpts.

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  4. Chefurdam pouco. Agos só recolhem aos dias pares. Nos outros andam ao papelão e ao ferro-velho que me industriam a separar para eles.
    Cumpts.

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  5. O coveiro está a ser a chuva que tem aberto buracos por tudo que é lado, vamos ver se cai algum grande no meio de um deles

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