Donde me vejo lixo é lixo, é para deitar fora. Logo, descarto simplesmente o lixo, não gero matéria prima. A perspectiva do industrial da reciclagem é que concebe o lixo como matéria prima. Pois bem, qualquer matéria prima é susceptível de incorporação de valor. Naturalmente, justo é que quem tome o lixo desprezado e lhe incorpore valor num dado processo de produção venha a arrecadar renda da mais-valia gerada. Naturalmente, justo será também, que venha a arcar por si com os necessários custos de produção. -- Ora por que diabo hei eu de dar a minha força de trabalho a tal processo de produção se me não há-de calhar quinhão do lucro? Pela fé de salvar o planeta?! Deus me livre!
E em cima disto ainda andam por aí a ratar-me dos impostos municipais as ladainhas com que me enganam.
domingo, 24 de fevereiro de 2013
Ratos no lixo
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Amigo enquanto o presidente da câmara do Intendente anda a brincar aos bonecos....as ruas estão assim como neste artigo da minha autoria
ResponderEliminarhttp://reporter007.blogs.sapo.pt/1572077.html
Então o lixo não é o «habitat» natural desses especímenes ? De que se admiram, pois?
ResponderEliminarCumpts
É cama do presidente da câmara; não esquecer de chamar o coveiro.
ResponderEliminarCumpts.
Chefurdam pouco. Agos só recolhem aos dias pares. Nos outros andam ao papelão e ao ferro-velho que me industriam a separar para eles.
ResponderEliminarCumpts.
O coveiro está a ser a chuva que tem aberto buracos por tudo que é lado, vamos ver se cai algum grande no meio de um deles
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