![M.A.I., «Temos um barril de pólvora»; Luís Paixão Martins, especialista em «marketing político»</i>, NAU [é como se diz], <i>[Tele]Jornal à noite [i.é à tardinha]</i>, 2/VII/2026.](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjvEUocRYnwFqTLEvVIiJhbHf_XQtAA1tBc-xAuuCMrbWKXGEjkX8siQD07Yy9_eyulKHLD0l_0JNYF23admoy1yt9Dklgh82rYhZW0eGoQGcaIAh9SN8ZscgDZzZV612M346JQD4w_aREHLw9Svj7DLjR1h2sOmDjEUe-KsYynzzqnWQ5yOeveT5MWWS73/s1600/IMG_20260702_215535384.jpg)
M.A.I., «Temos um barril de pólvora»; Luís Paixão Martins, especialista em «Marketing Político», NAU [é como se diz — ortografia fonética, portanto…], [Tele]Jornal à noite [i.é à tardinha; estamos no pino do Verão], 2/VII/2026.
Quem não tem que dizer, fala do tempo.
Hum!…
Talvez não.
Ou melhor, talvez sim!
É o meu caso.
Está um calor de derreter os untos. Ontem estiveram 40º em Lisboa. Quási como em Junho de 81. Lisboa chegou aos 43º. Dias antes andou pelos 40º-41º. Um dia ou dois depois «refrescou»; caiu para os 39º.
Naquele tempo, sim, era um calor de derreter os untos.
Hoje não.
Não que os não derreta, mas um calor destes (ou unzinho só de 30º) é calor de dar pânico.
Começa no I.P.M.A., um instituto que mandou a Meteorologia e a Geofísica ao mar. Ao mar e ao ar — à atmosfera. Dali desce às redacções da imprensa do secretariado da propaganda. E daqui sobe ao Ministério. No caso, ao do Interior. Ou da Administração Interna, talvez para ser inclusivo… com o litoral.
E eis assim, pois, que temos o sr. ministro das Neves, do Interior, não a derreter com o calor (salvo seja, ou antes que nos valesse a Nossa Senhora das Neves!…), mas a decretar «um barril de pólvora» — a lançar o pânico, entenda-se — ministerialmente estribado no factor cagaço (e ao fresco, no ar condicionado do gabinete) por, com mais certeza de que por hipótese, virem a arder para aí uns bastos hectares de mato e floresta nos ermos do (cá está!) interior. (O litoral, se arder, será por (des)ventura, mas a bem da inclusão.)
O factor cagaço, porém, não é o pânico atirado no tal «barril de pólvora» pela tubas da propaganda dos «fenómenos extremos» à plebe.
Não.
O bom povo entende bem o calor e o frio e Deus sabe que bem tem de lidar com ele.
O factor cagaço é o sr. ministro das Neves, não a refrescar-nos, mas a sacudir-se dalguma chispa do conhecido efeito «Pedrógão», não vá arder ele com isso, o pobre de Deus.
E assim, estamos em estado de alerta nacional desde a meia-noite passada porque… É Verão e está um daqueles calores de derreter os untos.
Quási (mas não bem) como naquele Junho em 81.
Não me lembro em 81 de nenhum barril de pólvora. Só de cerveja.
P.S.: E assim, também, está explicada a notável profissão do especialista em «marketing político» que, se não disse nada disto que digo eu agora, era o que havia de ter dito. Não sei se disse porque o nem ouvi. Só vi o rótulo no ecrã da TV e pensei: há com cada coisa, que até é preciso desencantar especialistas a preceito para o explicar à gente!…
"Marketing Político"? Mas a Política vende-se e compra-se?
ResponderEliminarNão pròpriamente. Os cromos da política é que sim. Uma colecção à atenção da Panini.
EliminarCumpts.
como quem manda e o tramp ,daqui a 8 e a topss
EliminarDesculpe-me, mas agora não percebi.
EliminarCumpts.
bom dia, o contrato da fifa com a panini ,acaba no mundial 2030, a partir de 2034 entra em vigor o contracto com a multinacional america topps, os novos cromos seram desta empresa,mais uma vez a europa fica para tras,abraco
EliminarAgora percebo.
EliminarAbraço.
boa tarde,ate ja no ultimo euro 2024 a caderneta oficial foi da topps, bem ranhosa por sinal, com muito espalhafato,a panini tambem teve uma ,mas parece-me que nao era bem cromos.eram cromos em cartao,visto que a panini tem contractos com alguns jogadores, tanto e que na colecao americana nao vinham algus jogadores conhecidos,abraco
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