Subia esta menhãa a Almirante Barroso de automóvel. A par de mim subia-a um ciclomontanhista a dar ao pedal como que em perigos e guerras esforçados, mas irradiante de virtude, quiçá, com cheiro já de santidade. Na verdade não me cheirou porque trazia os vidros fechados mas, calhando, seria suor, a penas… Vi só que lhe rompiam uns pêlos grisalhos da barba. O ás do pedal já não era moço.
Daí a pedaço, descia eu a pé a dita rua em Lisboa e cruzo-me com um ciclista velho, mais velho que o outro, a resfolegar cansaço e a empurrar uma bicicleta pela rua acima. Vinha êle a pé, portanto.
— Agora há umas dessas com uma pilha — não me contive que lhe não dissesse, apontando-lhe para a bicicleta.
— É verdade — respondeu-me bem disposto. — Mas essas são só para monhés.
Fiquei-me com esta porque é mesmo. E bem o tenho visto: os portuguêses são uns autênticos moiros de trabalho na devoção ao ciclomontanhismo. Já aqueloutros desgraçados está quieto!…

Cada vez mais me convenço da justificação para as 35 horas de trabalho semanais...
ResponderEliminarO "pessoal" começa o dia logo nos ginásios, a deslocar-se para o trabalho de bicicleta, etc ... Ou seja! Chegam cada vez mais cansados ao trabalho ...
Solução???
Trabalhar menos horas para compensar o exercício (cansaço) físico. Mas a remuneração permanece intocável já que não está sujeita a esforço físico!
Quem não faz exercício matinal que pague para quem faz.
É a democracia a funcionar ... para alguns ... ou melhor sempre para os mesmos ...
Os meus melhores cumprimentos
José Leite
A democracia, tirando sêr boa para os gregos, rendeu sempre só para alguns. A sem-democracia é que tem graça: acaba igual para todos.
ResponderEliminarNo mais, precisamos salvar o planeta. Mesmo que morramos no fim tão iguais como com ou sem democracia, como com ou sem planeta.
Parece-me também que o planeta se está a borrifar para a democracia.
Ou para o ciclismo.
Um grande abraço :)
Por falar em Estrangeiros, o dr. Manuel Pizarro candidato à Câmara Municipal do Porto acaba de admitir que vai haver fraude eleitoral nas próximas Eleições Autárquicas em Outubro de 2025, com os Estrangeiros que estão a ser deslocados para Portugal sem qualquer critério ou justificação desde 2012 a votarem nas eleições, neste caso o dr. Manuel Pizarro faz referência aos indivíduos do Bangladesh:
ResponderEliminarhttps://www.facebook.com/reel/1495124354817947
Já aqui alertei para isto, vai haver fraude eleitoral nas Eleições Autárquicas que se vão realizar em 12 de Outubro de 2025, com os Estrangeiros que estão a ser deslocados para Portugal desde 2012 até à presente data sem qualquer critério ou justificação, a votarem para substituir os votos em falta da Maioria Silenciosa dos Portugueses representados pela Abstenção:
- É estrangeiro e vive em Portugal? Quer votar nas Autárquicas?
https://www.noticiasaominuto.com/pais/2834751/e-estrangeiro-e-quer-votar-nas-eleicoes-autarquicas-em-portugal-eis-como
Agora até é o próprio regime liberal/maçónico imposto pelo golpe de Estado da OTAN em 25 de Abril de 1974, que o diz à descarada nos seus órgãos de comunicação social.
Há fraude eleitoral nas Eleições que se realizam em Portugal:
- PT apela a comunidade brasileira para que vote à esquerda
https://observador.pt/2024/03/08/pt-apela-a-comunidade-brasileira-para-que-vote-a-esquerda/
- Brasileiros em Portugal mobilizam-se para as eleições legislativas
https://www.dn.pt/2647201781/brasileiros-em-portugal-mobilizam-se-para-eleicoes-legislativas/
- Seita ‘vende’ 100 mil votos ao PSD
https://www.sapo.pt/jornais/nacional/10256/2023-12-20
É preciso alterar a Lei Eleitoral de maneira a impedir que os Estrangeiros possam votar nas Eleições Presidenciais, Autárquicas, Legislativas, e Referendos, caso contrário haverá fraude e ingerência nos assunto internos do País, somente os Portugueses de Raça/Sangue e os seus descendentes é que podem ter direito a voto.
Neste caso referente às Eleições Autárquicas de 2025 a Lei Eleitoral tem de ser alterada antes que as mesmas se realizem para que os Estrangeiros e Portugueses que não são naturais das Cidades, Vilas, e Aldeias, não possam votar nas Eleições Autárquicas, somente os Portugueses naturais das Cidades, Vilas, e Aldeias, é que podem ter direito a voto.
Não podemos ter Estrangeiros a votar porque isso é fraude eleitoral, nem podemos ter Portugueses a votar nas Eleições Autárquicas que não sejam naturais das Cidades, Vilas, ou Aldeias, porque isso significa cometer ingerência nos assuntos internos, políticos, e no modo de vida de cada Município por parte desses Portugueses que não são naturais das respectivas Cidades, Vilas, e Aldeias, que o constituem.
Temo que sim. Que a coisa esteja em marcha dessa maneira. Não vamos lá com leis nem meias leis que ao cabo e ao resto nem são aplicadas.
ResponderEliminarSó restará no fim uma coisa a fazer e será mesmo pereciso que se faça. Mas não vejo como.
Cumpts.