Subia esta menhãa a Almirante Barroso de automóvel. A par de mim subia-a um ciclomontanhista a dar ao pedal como que em perigos e guerras esforçados, mas irradiante de virtude, quiçá, com cheiro já de santidade. Na verdade não me cheirou porque trazia os vidros fechados mas, calhando, seria suor, a penas… Vi só que lhe rompiam uns pêlos grisalhos da barba. O ás do pedal já não era moço.
Daí a pedaço, descia eu a pé a dita rua em Lisboa e cruzo-me com um ciclista velho, mais velho que o outro, a resfolegar cansaço e a empurrar uma bicicleta pela rua acima. Vinha êle a pé, portanto.
— Agora há umas dessas com uma pilha — não me contive que lhe não dissesse, apontando-lhe para a bicicleta.
— É verdade — respondeu-me bem disposto. — Mas essas são só para monhés.
Fiquei-me com esta porque é mesmo. E bem o tenho visto: os portuguêses são uns autênticos moiros de trabalho na devoção ao ciclomontanhismo. Já aqueloutros desgraçados está quieto!…

Ciclomontanhismo, Lisboa — © MMXXIII
Cada vez mais me convenço da justificação para as 35 horas de trabalho semanais...
ResponderEliminarO "pessoal" começa o dia logo nos ginásios, a deslocar-se para o trabalho de bicicleta, etc ... Ou seja! Chegam cada vez mais cansados ao trabalho ...
Solução???
Trabalhar menos horas para compensar o exercício (cansaço) físico. Mas a remuneração permanece intocável já que não está sujeita a esforço físico!
Quem não faz exercício matinal que pague para quem faz.
É a democracia a funcionar ... para alguns ... ou melhor sempre para os mesmos ...
Os meus melhores cumprimentos
José Leite
A democracia, tirando sêr boa para os gregos, rendeu sempre só para alguns. A sem-democracia é que tem graça: acaba igual para todos.
ResponderEliminarNo mais, precisamos salvar o planeta. Mesmo que morramos no fim tão iguais como com ou sem democracia, como com ou sem planeta.
Parece-me também que o planeta se está a borrifar para a democracia.
Ou para o ciclismo.
Um grande abraço :)
Por falar em Estrangeiros, o dr. Manuel Pizarro candidato à Câmara Municipal do Porto acaba de admitir que vai haver fraude eleitoral nas próximas Eleições Autárquicas em Outubro de 2025, com os Estrangeiros que estão a ser deslocados para Portugal sem qualquer critério ou justificação desde 2012 a votarem nas eleições, neste caso o dr. Manuel Pizarro faz referência aos indivíduos do Bangladesh:
ResponderEliminarhttps://www.facebook.com/reel/1495124354817947
Já aqui alertei para isto, vai haver fraude eleitoral nas Eleições Autárquicas que se vão realizar em 12 de Outubro de 2025, com os Estrangeiros que estão a ser deslocados para Portugal desde 2012 até à presente data sem qualquer critério ou justificação, a votarem para substituir os votos em falta da Maioria Silenciosa dos Portugueses representados pela Abstenção:
- É estrangeiro e vive em Portugal? Quer votar nas Autárquicas?
https://www.noticiasaominuto.com/pais/2834751/e-estrangeiro-e-quer-votar-nas-eleicoes-autarquicas-em-portugal-eis-como
Agora até é o próprio regime liberal/maçónico imposto pelo golpe de Estado da OTAN em 25 de Abril de 1974, que o diz à descarada nos seus órgãos de comunicação social.
Há fraude eleitoral nas Eleições que se realizam em Portugal:
- PT apela a comunidade brasileira para que vote à esquerda
https://observador.pt/2024/03/08/pt-apela-a-comunidade-brasileira-para-que-vote-a-esquerda/
- Brasileiros em Portugal mobilizam-se para as eleições legislativas
https://www.dn.pt/2647201781/brasileiros-em-portugal-mobilizam-se-para-eleicoes-legislativas/
- Seita ‘vende’ 100 mil votos ao PSD
https://www.sapo.pt/jornais/nacional/10256/2023-12-20
É preciso alterar a Lei Eleitoral de maneira a impedir que os Estrangeiros possam votar nas Eleições Presidenciais, Autárquicas, Legislativas, e Referendos, caso contrário haverá fraude e ingerência nos assunto internos do País, somente os Portugueses de Raça/Sangue e os seus descendentes é que podem ter direito a voto.
Neste caso referente às Eleições Autárquicas de 2025 a Lei Eleitoral tem de ser alterada antes que as mesmas se realizem para que os Estrangeiros e Portugueses que não são naturais das Cidades, Vilas, e Aldeias, não possam votar nas Eleições Autárquicas, somente os Portugueses naturais das Cidades, Vilas, e Aldeias, é que podem ter direito a voto.
Não podemos ter Estrangeiros a votar porque isso é fraude eleitoral, nem podemos ter Portugueses a votar nas Eleições Autárquicas que não sejam naturais das Cidades, Vilas, ou Aldeias, porque isso significa cometer ingerência nos assuntos internos, políticos, e no modo de vida de cada Município por parte desses Portugueses que não são naturais das respectivas Cidades, Vilas, e Aldeias, que o constituem.
Temo que sim. Que a coisa esteja em marcha dessa maneira. Não vamos lá com leis nem meias leis que ao cabo e ao resto nem são aplicadas.
ResponderEliminarSó restará no fim uma coisa a fazer e será mesmo pereciso que se faça. Mas não vejo como.
Cumpts.