Li não sei onde que, estando na Guiné, em diálogo, alguém dizia — Aquilo que se vê aí feito, foram os Portugueses. Os outros a seguir não fizeram nada, só partiram tudo.
Não sei se é verdade, mas lembrei-me.
De Portugal, ao depois de devir em rectângulo, e olhando ontem vestígios fotográficos dele, bem parece.![Liceu D. Felipa de Lencastre, Lisboa, [s.d.] (A. n/ id., in DOCOMOMO Ibérico)](https://live.staticflickr.com/65535/53601731805_eb8acbd5fd_h.jpg)
Liceu D. Felipa de Lencastre, Lisboa, [s.d.].
A. n/ id., in DOCOMOMO Ibérico.
Liceu D. Felipa de Lencastre, Lisboa, 1976.
Álvaro Campeão, in archivo photographico da C.M.L.
Feito pelos operários colonizados com dinheiro dos portugueses para os portugueses e NUNCA PARA OS COLONIZADOS. Racistas foram corridos. Cumpri o serviço militar lá e sei do que falo.
ResponderEliminarBem vejo que sabe…
ResponderEliminarEu aqui na conta de que só havia Portugueses, de modo que o que se fazia era necessàriamente para Portugueses. Mas se V. vê colonizados, a segregação é V. quem a faz, portanto, cuidado com chamar racista!
Ao cabo e ao resto, se houve colonizados, bem pouco o foram. Doutra maneira não haviam de ter vindo a partir tudo.
Peço ao dr. Albert que seja mais esclarecedor quanto ao alegado racismo que presenciou na Guiné-Bissau, quando cumpriu o Serviço Militar nessa antiga Província Ultramarina, assim como actos discriminatórios e o não usufruto por parte dos Guineenses; peço-lhe que não só esclareça como também justifique aquilo que escreveu caso contrário não passará de um comentário infundado.
ResponderEliminarA verdade histórica e a realidade política, social, e cultural, da Guiné-Bissau enquanto fez parte de Portugal – nomeadamente ao período a que se refere – está devidamente documentada através da literatura, fotografias, e vídeos, disponíveis sobre o tema que provam que o dr. Albert está a mentir conforme se pode ver nesta película:
- Vida Quotidiana em Bissau
https://arquivos.rtp.pt/conteudos/vida-quotidiana-em-bissau/
Fonte: Arquivos RTP
A fotografia datada de 1976 do Liceu Dona Filipa de Lencastre é prova de que os liberais/maçonaria odeiam tudo aquilo que é bem feito.
ResponderEliminarNão merece a pena. É daqueles que passa, liga a cassette e segue o andor.
ResponderEliminarCumpts.
É prova de bandalheira. Continua. Há dias vi na primeira página do «Púbico» (assim mesmo) que as escolas de Nuno Gonçalves e de D.ª Luísa de Gusmão estavam a cair aos bocados. Já a de Afonso Domingues em Marvila é uma ruína há anos, mais de uma década, cuido.
ResponderEliminarUm ex-país ao Deus dará.
Cumpts.
Partilho consigo outro vídeo do drama, do horror, da tragédia, que era o racismo e exploração praticado na Guiné-Bissau contra os Guineenses:
ResponderEliminar- Escola do Aprendizado Agrícola Dr. Silva Tavares
https://arquivos.rtp.pt/conteudos/escola-do-aprendizado-agricola-dr-silva-tavares/
Fonte: Arquivos RTP
Nesta película os Guineenses aprendem agricultura e a trabalhar a terra, são instruídos nas peças e funcionamento das máquinas agrícolas, e depois são submetidos a uma terrível tortura chamada: encher o bandulho até ficar satisfeito.
Obrigado!
ResponderEliminarRemissões directas:
— Escola do Aprendizado Agrícola Dr. Silva Tavares, R.T.P., 1961;
— Vida Quotidiana em Bissau, idem.
No arquivo há mais; muito calhado às 50 velas depois do fim.
Cumpts.