De vez em quando o supermercado global das notícias menciona o rectângulo. Menos a fazer caso das razões dos Portugueses, mais para afagar a opinião de estrangeiros [e estrangeirados]. Não é de agora…
Mais raro é haver alguém de fora que corrija o tiro.
« Para contexto, sou um imigrante (inglês) que vive, trabalha e tem uma família jovem aqui em Portugal […]
Para perceber a extensão e rapidez da mudança na imigração, há só 10 anos a minha mulher conhecia pelo nome todos os vizinhos da sua rua. Toda a gente da rua se cumprimentava, e não pensaria duas vezes em deixá-la regressar a casa sòzinha à meia-noite. Agora, não conhecemos quase ninguém, sendo talvez os últimos residentes naturais numa rua de «Airbnbs» e de aluguer de quartos baratos a imigrantes do terceiro mundo. O soar suave do fado da telefonia dos antigos vizinhos em cada manhã de sábado foi trocado pelo ribombar repetitivo dos graves repelentes do quizomba. Todas as mercearias de portugueses da rua, menos duas, que vendiam enchidos, frutas e legumes, foram tomadas por asiáticos que falam só inglês macarrónico (e de Português nem palavra) e vendem apenas bebidas alcoólicas, tabaco e comida de plástico. O café central é uma loja de kebab. Nem parece Portugal. Para nós, por muito torcionários e injustos que sejam cá os impostos, é caso de menor importância do que garantir que o país onde os nossos filhos cresçam seja seguro e decente.
Quando pomos em dúvida estas mudanças trazidas por um volume nunca antes visto de imigração a resposta da velha-guarda, como o meu sogro, é que os imigrantes contribuem com seis vezes mais do que recebem (ou sete, segundo o Guardian). A origem desta estafada estatística é dúbia, mas mesmo sendo verdadadeira não deveria então perguntar-se: — Muito bem, mas quais imigrantes? — Eu sou imigrante, contribuinte numa quantia exorbitante de impostos e não colho quase nada em retorno (temos até um nosso seguro de saúde); devo por conseguinte ser metido na mesma estatística das mulheres asiáticas que vêm para cá simplesmente para ter os filhos nos hospitais do Estado? Mais, mesmo que seja certo que os imigrantes aumentam o nosso P.I.B., muitos aceitaríamos de bom grado ser um pouco mais pobres se pudéssemos voltar a ter o Portugal ensonado, pacato, culturalmente homogéneo doutros tempos. »
Granger, «In Portugal, the Voice of the People is at Last Being Heard», The Daily Sceptic, 20/III/2024 (excerto; trad. minha).

O pintor dos Galos de Barcelos. Artesanato na década de 1950, Portugal.
Foto © Editions Lumière et Beauté, in Colecção da Fundação Portimagem.
«...numa rua de «Airbnbs»...»
ResponderEliminarImóveis construídos para habitação não podem ser colocados para alojamento local, turístico, temporário, ou de curta duração, é proibido por Lei.
Quanto aos Estrangeiros que estão a ser deslocados em massa para Portugal sem qualquer critério desde 2012 até à presente data, o objectivo é substituir os votos em falta da Maioria Silenciosa dos Portugueses representados pela Abstenção para com isso tentar manter e legitimar o regime liberal/maçónico e parlamentar que foi imposto a Portugal e aos Portugueses pelo golpe de Estado da OTAN em 25 de Abril de 1974, em troca da nacionalidade Portuguesa esses Estrangeiros terão de votar:
- PT apela a comunidade brasileira para que vote à esquerda
https://www.noticiasaominuto.com/politica/2517583/pt-apela-a-comunidade-brasileira-para-que-vote-a-esquerda
- Brasileiros em Portugal mobilizam-se para eleições legislativas
https://www.dn.pt/2647201781/brasileiros-em-portugal-mobilizam-se-para-eleicoes-legislativas/
Em Portugal não há trabalho e ao contrário do que algumas pessoas pensam ou possam dizer a maioria dos Estrangeiros vive de vários subsídios, chegam a ter inclusive comida e alojamento de graça, sendo mentira que contribuem para o Produto Interno Bruto, para a economia do País, ou para a Segurança Social.
Dizem também que os Estrangeiros vêm fazer os trabalhos que os Portugueses não querem ou aumentar a natalidade, isso é outra mentira, os Portugueses querem trabalhar mas os Governos liberais/maçónicos, principalmente o XIXº Governo liderado pelo ex-Primeiro-Ministro, Pedro Coelho, e os Governos que se lhe seguiram liderados pelo ex-Primeiro-Ministro, António Costa, negaram o direito ao trabalho aos Portugueses.
Como é que querem que os Portugueses aumentem a taxa de natalidade do seu País, constituam Família, e promovam o desenvolvimento da economia, se os Governos liberais/maçónicos negam o direito ao trabalho, fomentam o desemprego, a instabilidade laboral, o aumento do valor dos arrendamentos de forma ilegal, e promovem a emigração de Estrangeiros?
Por último, não podemos esquecer a questão política, e recentemente o empresário Elon Musk publicou um vídeo referente à deslocação em massa de Estrangeiros para os Estados Unidos da América do Norte (EUA):
«...This is actually happening!...»
https://twitter.com/elonmusk/status/1770030227390914624
A situação Norte-Americana pode ser transposta para realidade dos Países que fazem parte da união europeia (ue).
Como escreveu o Presidente Rui Rio:
«...Pretende-se legalizar mais 600.000 imigrantes até março, quase mais 6% da população portuguesa. Com que critério? Com que objetivo? Com que necessidade?...»
https://twitter.com/RuiRioPT/status/1718707495571538399
Eu não sei se o esquema é esse, se é outro qualquer. Certo, certo é ser transumância coordenada. Como certo é o baixar de braços dos governos o Oxidente ser de obediência.
ResponderEliminarCumpts.
Perguntar aos industrias da pesca porque têm indonésios nas suas companhas ou aos industrias de produtos hortícolas porque têm nepaleses, paquistaneses e outra gente asiática nas suas estufas do litoral alentejano, saberemos a razão desta imigração.
ResponderEliminarCom uma resposta Chega_da de fresco seria mais ou menos como 'não andei a estudar para ir a pesca ou apanhar tomates', e depois o raio dos imigrantes.
Agora os brasileiros e os paquistaneses/indianos urbanos é outra conversa/imigração E já ninguém fala dos chineses que não são mão de obra fora dos seus conterrâneos.
Reparemos nos trabalhos indiferenciados quem é a gente assim empregada. É apanharmos os primeiros transportes das seis horas da manhã e vemos quem são as pessoas que vão para o trabalho aquelas horas.
E é sempre a mesma conversa: não andei a estudar para limpar hospitais ou transportar encomendas às costas ou de bicicleta.
Pois, pois quem estudou foi para a Inglaterra ou para o Luxemburgo trabalhar que pagam o triplo do que por cá, e alguns já são filhos de cabo-verdianos que vieram trabalhar nas obras dos anos de 1990.
Cumpts.
Os urbanos são uma extensão do esquema. Esquema que é mais moderno. O esquema dos chinas era outro e assim ficou ultrapassado. Cuido mesmo que os chinas estejam a desandar com a transumância do novo esquema. Já vejo lojas chinesas em liquidação total…
ResponderEliminarPorém, ponderando todo o esquema, era uma coisa necessária à brava. O resíduo que é o portugalinho precisava como de pão para a boca de lugares da fruta geridos por mouros sonolentos, barber shops bengalis, taxistas Uber, biciclistas a pilhas para carregar caixotes mistério na marreca e bichas para rezar de cu para o ar voltado para Meca.
Era mesmo isto que fazia falta.
Cumpts.
Eles cá fazem tanta falta que é ver a nossa ecúnomia (tal qual) de vento em popa!
ResponderEliminarPois é. Não fazem falta nenhuma.
ResponderEliminarCumpts.