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quinta-feira, 26 de março de 2026

Encenar a Cidade

Homem Cardoso, in AA.VV., Encenar a Cidade; intervenções artísticas nos tapumes das obras do Metropolitano de Lisboa, 1994
AA.VV., Encenar a Cidade; intervenções artísticas nos tapumes das obras do Metropolitano de Lisboa, Metropolitano, Lisboa, 1994.


 As considerações iniciais de Consiglieri Pedroso e Simonetta Afonso sobre o assunto mais não são que a promoção da grafitagem a «arte urbana». Boa justificação cultural… — Duma certa cultura de esbanjamento de dinheiro público. No caso, com sucata pintalgada.
 Dêste jogar do dinheiro do Metropolitano de Lisboa ao lixo (tapumes de obras não passam disso, naturalmente), enche-se gente estimável, amiga e sempre necessitada a quem se pode chamar muito acertadamente… «artistas». Enche-se de brio, quero dizer… Pela notoriedade assim alcançada…
 Quanto a tapumes de obras, por mais que os pintem e adornem, hão-de ser sempre e só tapumes de obras, nada mais.
 Enfim, bem, aqui temos um luxuoso álbum a enriquecer… — enriquecer é bem o termo — a enriquecer-nos com tamanha originalidade.
 O texto é em prosa escorreita por quem, ao menos, sabia a história dos lugares da cidade de que falava.
 Menos mal.
 Fotografias sofríveis duma Lisboa dos anos 90 que não dava para mais, mas que ao fim de três décadas, algumas (só algumas) dão saudade.


Florista, Rossio, c. 1994.
Homem Cardoso, in AA.VV., Encenar a Cidade; intervenções artísticas nos tapumes das obras do Metropolitano de Lisboa, 1994, p. 23.


Cacilheiros, Rio Tejo, 1994
Homem Cardoso, in AA.VV., Encenar a Cidade; intervenções artísticas nos tapumes das obras do Metropolitano de Lisboa, 1994, p. 50


Apontando o Tejo, Cais do Sul e Sueste, c. 1994.
Homem Cardoso, in AA.VV., Encenar a Cidade; intervenções artísticas nos tapumes das obras do Metropolitano de Lisboa, 1994, pp. 23.




Fotografias: Florista, Rossio; Cacilheiros, Rio Tejo e; Apontando o Tejo, Cais do Sul e Sueste.
Homem Cardoso, in op. cit, pp. 23, 50 e 54-55.

segunda-feira, 16 de março de 2026

Imagem à procura de legenda

[Fotografia à procura de legenda], Carnide [?], c. 1994.
Homem Cardoso, in AA.VV., Encenar a Cidade; intervenções artísticas nos tapumes das obras do Metropolitano de Lisboa, 1994, p. 166.

[Fotografia à procura de legenda], Carnide [?], c. 1994.
Homem Cardoso, in AA.VV., Encenar a Cidade; intervenções artísticas nos tapumes das obras do Metropolitano de Lisboa, 1994, p. 166.

Uma perspectiva perdida de Lisboa

 As torres da Quinta da Luz tomadas da Rua Prof. Reinaldo dos Santos em 1994. Uma vista até virtualmente impossível hoje.
 …
 Bom, salvos os rebanhos que vão à bola ali, naquela mesma direcção para onde as pastoras enacaminham a-juvelhas.

«Torres da Quinta da Luz», Lisboa, c. 1994. Homem Cardoso, in AA.VV., «Encenar a Cidade; intervenções artísticas nos tapumes das obras do Metropolitano de Lisboa», 1994.
Torres da Quinta da Luz, Carnide, c. 1994.
Homem Cardoso, in AA.VV., Encenar a Cidade; intervenções artísticas nos tapumes das obras do Metropolitano de Lisboa, 1994, p. 165.

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Ovelhinha, vou-te tosquiar
Pra ter lã e tricotar
Coisas bonitas prò pai e prà mãe
E coisas quentinhas prò filhinho também.
Méé.
Mééé.

domingo, 30 de março de 2025

Hora legal

«Hora legal», Lisboa, c. 1994. Homem Cardoso, in AA.VV., «Encenar a Cidade; intervenções artísticas nos tapumes das obras do Metropolitano de Lisboa», 1994.
Hora legal, Lisboa, c. 1994.
Homem Cardoso, in AA.VV., Encenar a Cidade; intervenções artísticas nos tapumes das obras do Metropolitano de Lisboa, 1994.


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Adenda ao quarto para as 5h da tarde:
 Curiosa fotografia que só esta manhã ao depois de publicada me dei conta dum pormenor. O relógio marcava 9h com uma luz doirada do entardecer. Marcava as 9h da noite, portanto. 21h. Mas, tão tarde e ainda com esta luz?!… Pois, sem dúvida. O relógio da Hora Legal em Lisboa está voltado a NO e, estando certo, como creio que sim, que estava, o entardecer ainda ia com sol doirado e a dar-lhe em cheio como se vê, às 9h da noite — melhor, da tarde, sendo Verão como parece — naqueles anos do consulado do Cavaco que pôs Portugal a acertar a hora pelo fuso horário de Berlim e Varsóvia. Nesses anos o sol-pôr em Lisboa era quási às 11h da noite. Era o tempo do velho Portugal ser tão orgulhosamente bom aluno da Europa (do estrangeiro) que nem os meninos se queriam deitar com o Vitinho que era por esta hora, às 9h, justamente com esta luz do dia.
 Quantos se lembram?