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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Do característico e do novo característico rezado

 Um 18 fatias caminho de Alcântara a par do muro dos jardins românticos de José Vasco Maria Eugénio de Almeida.


Autoccarro 18 — A.E.C. Regal III da Carris, n.º de frota 108 (ex-48, ex-60),  Sebastião, 197… A. n/ id, Col. da Portimagem, in Flickr.

Autoccarro 18 — A.E.C. Regal III da Carris, n.º de frota 108 (ex-48, ex-60),  Sebastião, 197…
A. n/ id, in Col. da Portimagem.


 Aquela muralha ameada foi demolida há coisa de dois anos. Uns entendidos do sacerdócio vigente feitos regedores da urbs acharam que era melhoramento de vulto, necessário para a — palavras suas — circulação e a acessibilidade para peões e ciclistas.
 — E salvar o planeta!… — esqueceram-se eles desse ámen da missa que rezam.
 Dizia o Dr. Salazar de certas coisas que não podiam deixar de ser: — Está muito bem assim e não podia ser doutra maneira!
 
É o caso, não?!…

4 comentários:

  1. Talvez outro resultado da esquerdite crónica que continua a reinar na cultura (cadê ela?), na comunicação social, etc, etc. É ceguita! Corta a direito.
    Se se destroem vidas na comunicação social, a bem do "dever de informar", porque não uma muralha ameada, decerto há muito considerada símbolo do capitalismo de há uns anitos atrás ? ... Uma diferença: o capitalismo de há uns anitos atrás deixou alguma obra (a que ainda não foi destruída), e os capitalistas atuais "comem tudo e não deixam nada" ... e muitos eles de esquerda como é bem sabido.
    Ah! Já me esquecia das bicicletas! ... a seguir às redes sociais são quem "mais ordena" com a desculpa do não sei quê ...
    Abraço e bom Carnaval :)

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    Respostas
    1. Tem razão. Se não for de esquerda não é cultura. É fascismo, claro!…
      E capitalista, de facto, foi Eugénio de Almeida. Comeu tudo e o nada que deixou serviu que nem ginjas à Gulbenkian (doutro capitalista comilão que não deixou nada a não ser uma bandeja muito bem recheada donde os maçons se servem, mais à filantropia cultural com que se pavoneiam).
      Eugénio de Almeida pelo seu lado ainda vai servindo para remissão do pecado capital do capitalismo:
      — no palácio Vilalva, onde se alberga a Provedoria de Justiça, o que é justo — mais justo que servir de Quartel General à R.M.L., que era uma pérola deixada a militarões; um desperdício, bem vê…
      — e no Reserva Cartuxa que aquece decerto as melhores mesas dos garfos de nomeada da mais refinada cultura, de esquerda (passe a redundância) que, tão afortunadamete nos rege a herança histórica e os destinos nacionais.
      Só o muro dos jardins estava agora a mais, mas é problema resolvido.
      Sobram as cavalariças acasteladas, mas menos mal. Hão-de muito bem servir brevemente aos hábitos de estrebaria cujo exemplo já vimos nas cocheiras de Belém (cf. https://biclaranja2.blogspot.com/2017/12/habitos-de-estrebaria.html ).
      Uma cultura vicejante a moldar-nos o futuro, como bem verá o meu estimado amigo!
      😄
      Um forte abraço!

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    2. Pode ser que retome as funções como Provedora a sra. Professora Doutora Maria Lúcia Amaral ... já que na Administração Interna a coisa é mais atribulada ... .)

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    3. Parece-me que tem a Prof. M.ª Lúcia do Amaral em boa conta. Não no nego. Concordo que a pasta do Interior seja ardilosa. — Sinal dos tempos! Demasiada propaganda. Demasiados holofotes que são faca de dois gumes. — Mas levar a vida nesta Rrepública (o R grande é da roubalheira) é o que dá. Mòrmente para os colaborantes.
      Não conheço a senhora. Não posso avaliar.
      A Provedoria de Justiça é só mais um adorno de democracia, também, não nos iludamos. Dum recurso que lhe remeti há anos contra o patrão recebi de lá parecer decalcado do parecer negativo da minha pretensão já por mim recebido do Director de Pessoal. Uma nulidade completa a sorver o erário.
      Haja lirismo, que esperança na instituìção é escusado.
      Cumpts.

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