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quarta-feira, 21 de fevereiro de 2024

Do artifício artificial (o do simples fício sem arte)

 Dantes, quando havia alguém sempre de cigarro no dedo, dizia-se que fulano era uma chaminé ambulante. À semelhança, hoje há gente sempre, sempre de telefone na mão. Só não há quem lhe chame cabines telefónicas ambulantes.


Telephone boot[h] lisbon in BW photo (Algoritmo de imagens do Bing, 2024)



 Por falar em cabines telefónicas: dantes também as de Lisboa eram semelhantes às de Londres. Pedi por conseguinte à «inteligência artificial» (inteligência?!…) que me produzisse uma imagem a preto e branco duma cabina telefónica em Lisboa. Pedi-lhe em mau inglês. O que saiu foi isto: uma real cabine telephonica britânica, a cores, numa espécie de Lisboa com certo ar de si pelo empedrado da calçada, pela roupa estendida e sobretudo pela parede lambuzada de grafitti. O lúgubre da imagem em geral, não sei se é estereótipo inglês, se da tal dita «inteligência». Calhando, são ambas o mesmo…

6 comentários:

  1. Lindissima cabine telefónica, que saudades de as ver...

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  2. Esta é falsa.
    Sei duma real que resistia em tempos nas Janelas Verdes.
    Cumpts

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  3. Figueiredo22/2/24 09:46

    Na Cidade do Porto existem algumas, infelizmente encontram-se abandonadas e deixadas degradar intencionalmente pelo Executivo liberal/maçónico do «Porto, o Nosso Partido/Porto, o Nosso Movimento/Aqui Há Porto».

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  4. Deve haver um número bastante reduzido de fotos das nossas antigas cabines telefónicas, comparativamente às britânicas e a I.A. rouba onde pode :)
    Cumprimentos.

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  5. As que sobram andam botadas ao abandono, como a calçada portuguesa e tudo o que não dê para grossa negociata nem para floreados da moda, como pistas de ciclomontanhismo ou murais em empenas de prédios.
    Cumpts.

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