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quarta-feira, 21 de fevereiro de 2024

Recreação pola moda e polo estilo com a artificial coisa da primeiro dita

Mary Quant, mini-saia, anos 60, estilo fotografia de estúdio:


Mary Quant mini skirt 1960s studio photo
Mary Quant mini skirt 1960s studio photo


Mary Quant, mini-saia, anos 60, estilo fotografia de rua:


 


Mary Quant mini skirt 1960s street photoMary Quant mini skirt 1960s street photo
Mary Quant mini skirt 1960s street photoMary Quant mini skirt 1960s street photo


[Audrey] Hepburn ao estilo de Alphonse Mucha:


Hepburn Mucha styleHepburn Mucha style


Hepburn Mucha style Hepburn Mucha style


Marilyn a óleo ao estilo de Rembrandt (esta, por fim, convence-me; ao depois piorou…)


Marilyn oil rembrandt style

2 comentários:

  1. Já vi bem piores. Com o tempo vai ficar difícil de separar a realidade do resto, o que será um bocado esquizofrénico. Por ora, quanto mais se procura obter um resultado realista, mais a coisa falha. Aparecem mãos com 6 dedos, olhos vazios e por vezes cada um para seu lado. Faltam as texturas na pele e o grão próprio das fotos analógicas antigas. Nada que não consiga acrescentar no Photoshop, é certo.
    As da Audrey Hepburn e da Marilyn ficaram catitas. De repente, com uma frase, toda a gente é artista. Ainda não consegui formar uma opinião a respeito disto. Não sei se gosto, se odeio. No final de contas, o que o Midjourney e similares fazem, é plagiar o trabalho dos outros, fruto de um roubo desmesurado de tudo o que é imagem. Nalguns casos, até as marcas de água aparecem, o que é revelador de que foi tudo à frente sem dó nem piedade e sem consentimento de ninguém.
    Uma coisa é certa. Já não há retorno.
    Cumprimentos.

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  2. A Audrey e a Marilyn calharam catitas, sim.
    Pior é quase tudo o resto.
    Que pensar?
    Da monstruosidade dos rostos ao tom sempre sinistro da luz, passando pela descomunal censura e pelo racismo evangélico de todos diferentes, todos iguais (menos alguns, da má raça que inventou esta coisada toda virtual e a revestiu da moral mais virtuosa), que se há a final de pensar…?
    Mais um joguinho de computador, claro. Daqueles folheiros e mal acabados. Um entretém. Chamar inteligência a esta brincadeira é que não.
    Um mundo de brincar, enfim. Não vê V. em redor? Um de trotineta, outro a fingir que pedala; um de cabelo azul ou verde, outro vestido de mulher; uns dormindo em caixotes de papelão, outros suspensos do écran grudado na mão; isto enquanto a vida passa entre o pequeno-almoço e o funil rodoviário; entre o metro e o jacto privado, entre a repartição e uma cimeira climática qualquer. Um mundo de brincadeira a precisar que o salvem, não é verdade?!…
    Pelo menos a luz do dia ainda vai dando um ar de realidade ao mundo Disney em que se isto tudo tornou, mas sempre lhe digo que é a única diferença desta vida para o tal novo joguinho de computador.
    Cumpts.

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