Atrás de mim no super dois… dois… rapazinhos…? Um, com uma argola cravada no nariz como dantes se punha às bêstas para as prender ou não foçarem, vestia uma saia. Plissada. Fiquei sem bem saber se havia de ignorar os palhacitos do circo em que se o Mundo tornou, se havia de dizer ao de saiinha — plissada — que devia depilar as pernas. Grotesco!
Nos anos 80 já era assim, mas era-se mais subtil. Ou estúpido, nem já sei!…
(Sub)Culture Club, Karma Chameleon
(1983)
A diversidade xpto e multi-coiso e tal está generalizada para o enrique-cimento de toda a sociedade. E atenção que o presidente-comentador tem algo importante a dizer: "Não sejam chonéfobos se faz favor. "
ResponderEliminarSe calhar já teremos mesmo passado o ponto de não retorno; daí que concorde com o seu título.
ResponderEliminarComo não me farto de dizer, acho que tudo isto vai acabar mal, mesmo muito mal; parece que o bom-senso foi de férias há muito tempo e o senso-comum se tornou incomum...
Cumpts
O que diria D. João IV sobre o seu neto D. João V de grande peruca de cabelo encaracolado até aos ombros, cara com pó-de-arroz e um sinal cigana e lábios pintados?
ResponderEliminarOs brincos à Drake também tinham estado na moda.
Não falando em prováveis aparecimentos do Rei Carlos III envergando uma tradicional saia escocesa.
Cumprimentos
Há-de dar tudo numa selvajaria de salve-se quem puder. O que se seguirá não sei.
ResponderEliminarCumpts.
Mariquices. Porém, dizê-lo hoje é blasfémia.
ResponderEliminarNão é diversidade. É missa.
ResponderEliminarMariquices ahahah
ResponderEliminarO Casanova deu-lhe pra isso com elas.
Nem precisava de ir buscar esse. O próprio D. João V servia ao argumento.
ResponderEliminarCumpts.