Temos a geração (ou gerações) mais mal preparada de sempre, a que possui 12º ano, licenciatura, mestrado, ou doutoramento, que para além de não terem perfil e conhecimento para exercerem funções nas áreas da formação académica que adquiriram, possuem elevados índices de ignorância e iliteracia, são incivilizados(as), deformados física e mentalmente, mal-educados(as), e incapazes de se desenrascar.
Vendo bem para que lhes servirá ter conhecimentos, se aparece tudo já feito. O problema vai surgir quando as "netcábulas" também forem ignorantes. Lembro-me, já nos anos de 1990 questionar 'mas você nem sabe escrever uma carta', não sei mas sei procurar na net como se escreve, respondia.
Sabem nadar, ao menos. Mas com a seca pouco lhes serve.
A gravidade do problema está na atribuição de graus ou títulos académicos - como quiser chamar - a pessoas que jamais os obteriam se fossem realmente sujeitos a um plano de estudos rigoroso, exigente, e respectiva avaliação minuciosa.
Estamos a falar de muita gente com licenciatura, mestrado, ou doutoramento, que os obtiveram através do facilitismo que se instalou no Ensino Público ou pagando no Ensino Privado.
O descalabro vem desde os Anos de 90 do Século XX até aos dias de hoje, e a maioria dessa gente se fosse submetida a provas/exames/avaliações como se faziam na 1ª República e no Estado Novo, chumbavam redondamente.
Isto para não falar das fraudes académicas em que parolos(as), que para além disso não valem nada nem têm perfil para o que quer seja, são recrutados num boeiro qualquer pelas sociedades secretas, partidos políticos, ou seitas religiosas, e tornam-se licenciados, mestres, ou doutores; alguns até viram empresários.
De Figueiredo "...alguns até viram empresários." Não devemos generalizar. Em tempos, o "DN" publicava anualmente as "Cem maiores empresas Portuguesas", em conformidade com o número de trabalhadores e valor da facturação, com os nomes e habilitações literárias dos seus sócios-gerentes principais. Uma das maiores empresas, julgo que entre as dez primeiras, pelo valor da facturação, era uma de produção leiteira e seu sócio-gerente era analfabeto.
Muito bem dito!!!
ResponderEliminarCumprimentos.
Com portugueses tão «bem preparados», é Portugal que acaba.
ResponderEliminarCumpts.
Temos a geração (ou gerações) mais mal preparada de sempre, a que possui 12º ano, licenciatura, mestrado, ou doutoramento, que para além de não terem perfil e conhecimento para exercerem funções nas áreas da formação académica que adquiriram, possuem elevados índices de ignorância e iliteracia, são incivilizados(as), deformados física e mentalmente, mal-educados(as), e incapazes de se desenrascar.
ResponderEliminarVendo bem para que lhes servirá ter conhecimentos, se aparece tudo já feito. O problema vai surgir quando as "netcábulas" também forem ignorantes.
ResponderEliminarLembro-me, já nos anos de 1990 questionar 'mas você nem sabe escrever uma carta', não sei mas sei procurar na net como se escreve, respondia.
Sabem nadar, ao menos.
Mas com a seca pouco lhes serve.
Cumprimentos
A gravidade do problema está na atribuição de graus ou títulos académicos - como quiser chamar - a pessoas que jamais os obteriam se fossem realmente sujeitos a um plano de estudos rigoroso, exigente, e respectiva avaliação minuciosa.
ResponderEliminarEstamos a falar de muita gente com licenciatura, mestrado, ou doutoramento, que os obtiveram através do facilitismo que se instalou no Ensino Público ou pagando no Ensino Privado.
O descalabro vem desde os Anos de 90 do Século XX até aos dias de hoje, e a maioria dessa gente se fosse submetida a provas/exames/avaliações como se faziam na 1ª República e no Estado Novo, chumbavam redondamente.
Isto para não falar das fraudes académicas em que parolos(as), que para além disso não valem nada nem têm perfil para o que quer seja, são recrutados num boeiro qualquer pelas sociedades secretas, partidos políticos, ou seitas religiosas, e tornam-se licenciados, mestres, ou doutores; alguns até viram empresários.
De Figueiredo "...alguns até viram empresários."
ResponderEliminarNão devemos generalizar.
Em tempos, o "DN" publicava anualmente as "Cem maiores empresas Portuguesas", em conformidade com o número de trabalhadores e valor da facturação, com os nomes e habilitações literárias dos seus sócios-gerentes principais.
Uma das maiores empresas, julgo que entre as dez primeiras, pelo valor da facturação, era uma de produção leiteira e seu sócio-gerente era analfabeto.
Cumprimentos
Não estou a generalizar, e você percebeu o que eu quis dizer.
ResponderEliminarpreparada, só gostava de saber para quê está preparada e onde foi preparada
ResponderEliminarPara quê, não sei. Onde? Nas madrassas do politicamente correcto, a religião oficial.
ResponderEliminarCumpts.