Pedi pela Internete na sexta-feira á tarde umas certidões ao Registo Civil. Hoje de manhãzinha já tinha resposta para uma d' ellas.
Rapido!…
Os pedidos, com filiação completa, referem-se a uma menina nascida na Azambuja, provincia do Ribatejo, em Fevereiro de 1930 e fallecida em Sousel do Alemtejo em Agosto de 1941. Deram-me uma certidão d' uma pessoa com o mesmo nome (vá lá!) sem filiação paterna, natural de Vinhaes, provincia de Trás-os-Montes, nascida em Dezembro de 1933.
Tivera o Registo Civil havido mais tempo para procurar e talvez tivesse vindo certidom d' alguem nascido ainda mai' longe; de trás Trás-os-Montes, não sei…

Addenda em 8 de Junho ás seis da tarde:
É justo que dê nota aqui que há pouco menos de uma hora o treslado informático dos assentos originaes se achava concluso e as certidões estão a esta hora e por seis mezes desmaterializadamente emittidas. — As certidões do registo civil hoje em dia são como os yoghurts; passado o prazo, azedam.
Nem ler sabem.
ResponderEliminarQue mais hão-de saber?
Abraço
Manuel
Não sei como estão as coisas agora; mas posso relatar o que me foi dito há 3~4 anos num balcão de atendimento de uma Loja do Cidadão bem dentro da cidade de Lisboa.
ResponderEliminarEu estava a solicitar me passassem uma Certidão de Nascimento de uma pessoa nascida no Alto Alentejo em 1946.
Foi-me dito o seguinte: "Aqui não temos essa valência; terá de ir a outra Loja do Cidadão. Aqui só passamos certidões aos naturais de CABO VERDE !!!.
E lá tive de ir a outra Loja do Cidadão se quis o que pretendia.
Meus cumprimentos.
Ahahah!
ResponderEliminarEram altamente especializados. Sim, porque dizê-los empregados da administração ultramarina seria de certo uma ofensa a todos os níveis: pessoal, nacional e internacional.
Cumpts.
cheguei a ter, mas era sem as estampilhas fiscais
ResponderEliminarAinda tenho.
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