Militares do corpo de Flechas. Inicialmente organizados com recurso à etnia Bosquímane, do sul de Angola. Normalmente de baixa estatura e olhos rasgados, à asiático. Eram temidos pelo inimigo e pacificaram largas áreas do leste e sueste angolano. Anos depois estendeu-se a sua orgânica ao Norte de Angola com recrutamento local, normalmente entre elementos capturados ou que se entregavam. Na foto em primeiro plano diria que está um bosquímane, já os seguintes elementos, pela sua estatura devem ser oriundos do Norte. Neste mesmo ano iniciei a minha missão militar de soberania nacional, na EAMA em Nova Lisboa, transitando depois para uma companhia operacional nos Dembos, onde privei com alguns destes militares portugueses. A exemplo do que sucedeu na Guiné, também estes foram abandonados pelos abrilistas vermelhos, donde se diz que 500 terão sido sumáriamente fuzilados pelos "libertadores do povo" a quem se entregou cobarde e vergonhosamente o poder. JCB
D' Os Flechas. Foram tão bem enquadrados no dispositivo português que, sim, eram temidos do inimigo. Da debandada e da desgraça que se seguiu só reza a história de os entreguistas fazerem figura de heroes, não é verdade?!…
De entreguistas seria de copianços como do dote de casamento, no séc. XVII, da venda em 1900 para pagar a divida externa e desenvolvimento do país, de abandonar à bomba em 1960 e em 1966 dividir as províncias ultramarinas em essenciais e dispensáveis.
-dote de casamento de D. Catarina de Bragança -proposta de venda de José Bento de Almeida, Ministro da Marinha e Ultramar, em 12-09-1900 -abandono de São João Baptista de Ajudá e destruição da Fortaleza em 1960 -Notas de Franco Nogueira, Ministro dos Negócios Estrangeiros, sobre política externa em 18-01-1966.
Saudações, como já não tivesse chateado o suficiente com a miséria do futebol, a miséria em que país está por causa da peste que veio da China hoje ainda fiquei mais chateado ao ver aquela coisa irritante que passa na TV do Estado apresentado pela Irritante Filomena Cautela. Fiquei chateado (estou a ser delicado nos termos) quando a mesma culpa os descobrimentos pelo racismo, mas as mesmas "vítimas" do racismo sobretudo os idiotas que fazem estes estudos...estudam em universidades do poder "opressor" Fiquei chateado e ao mesmo com duas dúvidas: O que estes génios fazem em Portugal ?? Se é para programas irritantes que se paga a Taxa da TV na conta da luz ??
Tem razão. Assistimos a um suicídio civilizacional sem lógica aparente. No meio da demência geral essas «victimas» parasitas vão-se refastelando. No fim de ajudarem a matar o hospedeiro também nada há-de sobrar para eles. É tudo tão estúpido!
Portugal "foi à viola".
ResponderEliminarAssim o lustra o GOOGLE, hoje 10/6/2021.
https://www.google.pt/search?sxsrf=ALeKk01qxf3xbLVkxY3cMpj_4duHJF_Fow:1623339889715&q=Dia+de+Portugal&oi=ddle&ct=174787454&hl=pt-PT&sa=X&ved=0ahUKEwje3-SrtI3xAhXd6eAKHUwvATYQPQgC
Depois de os entreguistas de 74 assinarem a capitulação final em 85, Portugal acabou. A pilhagem dos destroços é que parece não ter fim.
ResponderEliminarCumpts.
Rebocho Vaz ...
ResponderEliminarhttp://ultramar.terraweb.biz/06livros_camilorebochovaz.htm
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ResponderEliminarBem achado.
Obrigado!
Militares do corpo de Flechas. Inicialmente organizados com recurso à etnia Bosquímane, do sul de Angola. Normalmente de baixa estatura e olhos rasgados, à asiático. Eram temidos pelo inimigo e pacificaram largas áreas do leste e sueste angolano. Anos depois estendeu-se a sua orgânica ao Norte de Angola com recrutamento local, normalmente entre elementos capturados ou que se entregavam. Na foto em primeiro plano diria que está um bosquímane, já os seguintes elementos, pela sua estatura devem ser oriundos do Norte. Neste mesmo ano iniciei a minha missão militar de soberania nacional, na EAMA em Nova Lisboa, transitando depois para uma companhia operacional nos Dembos, onde privei com alguns destes militares portugueses. A exemplo do que sucedeu na Guiné, também estes foram abandonados pelos abrilistas vermelhos, donde se diz que 500 terão sido sumáriamente fuzilados pelos "libertadores do povo" a quem se entregou cobarde e vergonhosamente o poder. JCB
ResponderEliminarD' Os Flechas. Foram tão bem enquadrados no dispositivo português que, sim, eram temidos do inimigo.
ResponderEliminarDa debandada e da desgraça que se seguiu só reza a história de os entreguistas fazerem figura de heroes, não é verdade?!…
Cumpts.
De entreguistas seria de copianços como do dote de casamento, no séc. XVII, da venda em 1900 para pagar a divida externa e desenvolvimento do país, de abandonar à bomba em 1960 e em 1966 dividir as províncias ultramarinas em essenciais e dispensáveis.
ResponderEliminar-dote de casamento de D. Catarina de Bragança
-proposta de venda de José Bento de Almeida, Ministro da Marinha e Ultramar, em 12-09-1900
-abandono de São João Baptista de Ajudá e destruição da Fortaleza em 1960
-Notas de Franco Nogueira, Ministro dos Negócios Estrangeiros, sobre política externa em 18-01-1966.
Cumpts.
Saudações, como já não tivesse chateado o suficiente com a miséria do futebol, a miséria em que país está por causa da peste que veio da China hoje ainda fiquei mais chateado ao ver aquela coisa irritante que passa na TV do Estado apresentado pela Irritante Filomena Cautela.
ResponderEliminarFiquei chateado (estou a ser delicado nos termos) quando a mesma culpa os descobrimentos pelo racismo, mas as mesmas "vítimas" do racismo sobretudo os idiotas que fazem estes estudos...estudam em universidades do poder "opressor"
Fiquei chateado e ao mesmo com duas dúvidas: O que estes génios fazem em Portugal ?? Se é para programas irritantes que se paga a Taxa da TV na conta da luz ??
Pois eu tenho a honra de conhecer o criador dos Flechas, o inspector Oscar Cardoso, que felizmente ainda se encontra entre nós!
ResponderEliminarCorrigindo:
ResponderEliminar"(...) o criador de Os Flechas,Óscar Cardoso,(...)"
Um grata notícia que me dá.
ResponderEliminar:)
Cumpts.
Tem razão. Assistimos a um suicídio civilizacional sem lógica aparente. No meio da demência geral essas «victimas» parasitas vão-se refastelando. No fim de ajudarem a matar o hospedeiro também nada há-de sobrar para eles.
ResponderEliminarÉ tudo tão estúpido!
Cumpts.