Esta já tem dias, mas é tão formidável que merece não passar despercebida. O primeiro-ministro do Rato achou a solução para o terrorismo na Europa. Inspirado na razia que engendrou para as ruas da Palma, do Benformoso e adjacências na nova e florescente Mouraria lisboeta (que já passa de Arroios), propõe a regeneração dos bairros periféricos em várias cidades europeias, sobretudo, onde vivem comunidades islâmicas [...] A reconstrução de raiz de espaços urbanos e a inserção social com a criação e emprego [sic], combate à delinquência juvenil e formação cívica são outras das medidas preconizadas por António Costa (Rita Soares, «António Costa apresenta proposta para combater terrorismo», Antena 1, 2/IX/2016).
O nosso homem palpitou-lhe, portanto, um brilhante plano que é em simultâneo uma gloriosa empreitada de obras de construção civil à escala europeia e uma espécie de empreitada de missionação laica, republicana e socialista a prègar civismo e bom comportamento a animalejos, naturalizados e de importação, que com empenho oficial há muito se concentram como em reservas de índios nos subúrbios dessa Europa toda. Construção civil e homilia redentora, pois, nas periferias já elas de raiz construídas com oportuníssimas empreitadas de obras para combate à delinquência e inserção social e como uma espécie de maná para a formação cívica (os chavões já estavam lá todos).
Em tão original e ofuscante raciocínio nem se deu conta do nexo que fez entre o terrorismo e os islamitas. A pandilha europeia dos «refugiados» (a que lhe dá ordens) há-de ficar impressionada com o génio.

Primeiro-ministro do Rato apanhado na rede...
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