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quinta-feira, 2 de junho de 2016

Poesia de cheiro

 Veio o calor (ontem mais, hoje menos). As esquinas de Lisboa exalam certa poesia estival, rescendem como um...


 


Urinol, Calçada  do Desterro (A. Cunha, c. 1900)
Urinol, Calçada do Desterro, c. 1900.
Alexandre da Cunha, in archivo photographico da C.M.L.

6 comentários:

  1. CapCréus3/6/16 08:44

    Junto à Estação de Entre Campos existe todas as manhãs um cheiro típico.
    Engraçado é que tal como ontem à mesma hora, o lixo permanece no mesmo local.
    No chão e em maior quantidade.
    Portanto, lixo com cheiro a urina dá uma mistura explosiva.
    Adoro!

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  2. Fragrâncias alfacinhas.
    Cumpts.

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  3. Anónimo4/6/16 05:08

    Ainda há os que não apreciam a democracia...!?
    Quem necessita,hoje, de ir ao urinol do Desterro para a bela da 'coisa', se tantas são as paredes, esquinas, viadutos e túneis desta,tão nobre, cidade??
    Até a 'natureza mais natural' era condicionada e reprimida...
    Alguém aguentava de Arroios ao Desterro???
    Cruzes canhoto!!!!!!

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  4. Democracia e urinóis?... Haverá relação?
    Bem, lembrando, calhando há.
    Cumpts.

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  5. O cheiro na zona continua e sem urinol, agora há uma praga maior chamada drogas sobretudo uma droga especialmente tóxica chamada crack que é um derivado da cocaína e que tem efeitos bem nefastos para os seus utilizadores e a "cura" deste vício é muito difícil com a mais baixa percentagem de sucesso nas desintoxicações de drogas. E a presidente de junta não faz nada

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  6. Quere então dizer que a mesquita é uma prenda envenenada aos mouros.
    Está boa, está!
    Cumpts.

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