— Sim, mas são dois... são dois avançades que no campeonato inglês, os dois, têm uma média de 50 golos, 20 e tal golos cada um, e pertante são jegadores que em qualquer momento podem fazer a diferença (Jorge Jesus comentador da Inglaterra-Portugal, TVI, 2/6/16).
Não seja mauzinho:)
ResponderEliminarMaria
Isto não é Aritmética é Geometria euclidiana. Santa ignorância...
ResponderEliminarEu é que sou mau?...
ResponderEliminarCumpts.
:)
ResponderEliminarcUMPTS.
E ganham estes mabecos milhões...mas alguém se indigna com os (creio) que serão 400.000 € por dia que o vaidoso do Mour inho vai ganhar por dia...isto é que é uma autêntica vergonha, contudo alguns indignam-se pelos que se desunham pelo ordenado mínimo...porca miséria, só com o enola gay...
ResponderEliminarGanham essa contias porque tudo gira em roda da bola, e se não girar faz-se com que gire, pois é donde vem o retorno. A humanidade è uma manada imensa que se apascenta bovinamente nesse pasto que lhe dão. E paga-o de toda a mentir e feitio.
ResponderEliminarCumpts.
Não é que tenha a intenção de iniciar aqui uma tertúlia sobre a 'estética do futebol', mas faz parte da natureza Tuga um certo 'levar a mal' do discurso auto reflexivo e valorativo. O Homem não é vaidoso, na minha humilde opinião, o homem apresenta resultados até ao último centimo que lhe pagam
ResponderEliminarDepois o seu vencimento não é coberto por nenhum orçamento de estado ou EP e, como decorre das leis do livre mercado, se lhe pagam 400 ' qualquer coisa' é porque ele dará retorno de 4000.000 ' qualquer coisa'
Ora este retorno não existe no vulgar ministro, gestor ou homem de Coltura ... Perguntará o amigo ético/esteta porquê? Nem retorno dos 40 'não sei quê' que ganham, que nós pagamos a maior parte das vezes... Mas e ninguém da 'cultura' trará enorme retorno??? Sim! Os vaidosos que são mesmo bons e não passam cartucho a comentários infundados 😉
... Toda a maneira e feitio, digo.
ResponderEliminarComo a tal Vasconeclos.
ResponderEliminarCumpts.
É, sim senhor:) Porquê? Porque o homem é uma pessoa humilde e de certeza com muito pouca instrução. E de certa maneira já o afirmou. Quem diz a verdade a mais não é obrigado e por isso deve ser perdoado. Alem disso estamos a falar de assuntos futebolísticos e não de politiquices baratas, destas já temos aldrabões que chegam. Por outro lado, ao contrário dos doutores e engenheitos da nossa praça, mormente os políticos que entram nesta leva e que têm supostamente, repito supostamente porque é duvidoso, formação superior(?) não dizem uma prá caixa e sempre que vão às televisões botar discurso proferem calinadas de meia noite. Este Jorge Jesus faz-me lembrar o engraçado do Futre, acho-lhe uma graça que nem põe na ideia. Em todos os programas televisivos em que ele tem aparecido tem piada, principalmente por ser genuíno e não dar ares de pessoa importante nem alardear presunção. O anúncio que ele faz e que volta e meia passa, é engraçadíssimo; o programa sobre futebol em que participou há uns tempos, tinha muita piada. O sotaque meio espanholado mas em que se nota um esforço em tentar falar num português razoável e sem erros semânticos e presentemente já quase sem sotaque, apesar dos anos que viveu em Espanha, convenhamos que não é fácil. Logo que surgiu nas televisões afirmou com uma honestidade desarmante que tinha pouca instrução e que era d'origem muito humilde. Tal e qual Jorge Jesus, que ainda que nunca o tenha ouvido ser tão específico nas suas origens e/ou nível d'instrução, disse no entanto e há bem pouco tempo que não tinha conhecimentos de política ou de Ópera ou d'outras matérias importantes para poder opinar, mas que sobre futebol, sim, era um tema que conhecia profundamente e que dominava o suficiente para se poder falar com conhecimento de causa.
ResponderEliminarAinda sobre o Jorge Jesus. Enquanto ele estava no Benfica pràticamente não o ouvia, não me interessavam os assuntos benfiquistas e, sou sincera, perturbava-me sobremaneira o modo tosco do seu falazar. Ah, mas a coisa mudou totalmente de figura desde que ele "se passou" para o meu Grande Sporting Clube de Portugal - este o nome em que o clube era para ser denominado aquando da sua fundação nos finais do séc. dezanove pelo adorado neto do Visconde de Alvalade, com o patrocínio do seu querido Avô, que, a seu pedido, lhe deu o dinheiro suficiente e cedeu os terrenos para a sua construção, os mesmos onde ainda pontifica, mas já infelizmente com largas dezenas de hectares arrebanhados pela Câmara. Para já a semântica de J. Jesus melhorou consideràvelmente, há que reconhecê-lo. Depois, bem, depois já estou como um comentador que afirmou, um pouco mais atrás, "dizerem mal do meu 'mister' é como (exagerando um bom bocado no que a mim me toca, mas não muito...) ser esbofeteada":-)
Repare, não sendo eu fanática de futebol não posso deixar de adorar este clube mais que não fosse pelo ambiente em que cresci. O nosso Pai, sportinguista ferrenho desde a juventude e educado em ambiente monárquico e sportinguista - durante os estudos em Coimbra jugou no Académico como todos os estudantes do seu tempo e creio que ainda hoje o fazem - inscreveu todos os filhos e éramos uma data deles!, logo ao completarmos os três anitos. Todos os meus irmãos (só os rapazes, as raparigas não, naquele tempo não havia raparigas a jogar futebol..., nem nós iríamos mesmo que as houvesse!) fizeram os seus estudos sempre a jogar futebol nos tempos livres e sempre a torcer pelo Sporting, claro. E depois de adultos e já a trabalhar, continuaram a fazê-lo por amadorismo e como prática deportiva. Um dos coselhos dado aos filhos era nunca jogarem por dinheiro. O lema do nosso Pai, que o transmitiu aos filhos e que vinha dos seus tempos de estudante, era: "Mente sã em corpo são".
Como já disse neste espaço anteriormente, era eu pequenita quando chegámos a viver uns tempos na Av. da Igreja quase pegados ao Campo Grande. Muito perto do Estádio José de Alvalade, esta uma razão acrescida para assitirmos aos jogos do Sporting. Fui algumas vezes ver jogar o nosso clube com os meus irmãos,
Enganou-se no apelido da artista plástica ou foi propositado?...
ResponderEliminarMaria
Enganei-me. Mas tanto dá, eheh!
ResponderEliminarAo contrário. Jorge Jesus é cheio de basófia. Ser tosco e popular não o desculpa. Pode não ser tão grave como essa politicagem e jornalistagem cujas profissões exigem maior domínio da linguagem, mas só por estarmos impregnados de marxismo cultural podemos valorizar Jorge Jesus Por isso. A mulher beiroa do outro verbete também é popular e diz ou não tudo muito mais eloquentemente?
ResponderEliminarO Sportem nem o Benfica nada tem com o que publiquei. A TV servir-nos locutores e locuções de mau exemplo, é do que se trata.
Por motivos que não vêem ao caso ainda não visionei o vídeo da mulher beiroa, mas não vou deixar de o fazer.
ResponderEliminarQuanto à semântica defeituosa do treinador, terá razão, mas o que pode o homem fazer?, se o vão entrevistar o homem limita-se a responder... Significa que, apesar de tudo, não é mal-educado. Embora eu reconheça que até há pouco tempo (ainda no Benfica) era um bocado arrogante nas respostas. Só poderá melhorar socorrendo-se d'alguém que o corrija (e eventualmente o ensine a pronunciar certos vocábulos de modo correcto) e assim talvez a coisa mude.
Está bem assim?
Obs.: Estarei errada ou também é um admirador (adepto?, sócio?) do Sporting? É que me parece ter lido há alguns anos qualquer coisa neste sentido:)
Maria
O meu pai era do Sportem...
ResponderEliminarCumpts. :)
Humm..., algo me dizia que andava lá por perto:-) Deixe-me que lhe diga, o seu Pai tinha muito bom gosto.
ResponderEliminarMaria
Jorge Jesus fala uma espécie de dialecto que nem é crioulo africano nem português.... uma nova língua que só 3 pessoas a falam: Jorge Jesus, o actor Eduardo Madeira e o imitador Luís Franco-Basto
ResponderEliminarTem razão. Na verdade é um idiolecto.
ResponderEliminarCumpts.