Depois do fado e do cante, a alienação nacional ao reconhecimento estrangeiro já vai pelo preço do chocalho.
António Ceia da Silva lembra que «para o Turismo, hoje, as questões identitárias são decisivas. O novo turista quer destinos diferenciadores e distintivos». Por isso, era importante esta classificação do chocalho («O Chocalho na Unesco», T.S.F., 30/XI/15).
Não haja dúvida. Da velha syndrome do festival da canção que nos definia no Mundo, até esta identitária classificação do chocalho, é o portugalinho metropolitano que se agiganta. Azar do destino havermos logo hoje uma vedeta no sequim de ouro das alterações climáticas sem haver conseguido sequer dar ao badalo. Pior que cabresto...
Isto, se é pelo chocalho que nos definimos, não é verdade?!...
Perícia de campinos na condução de cabrestos. Festas de N. Sr.ª da Oliveira e N. Sr.ª de Guadalupe, sede das Arcas (Samora Correia), 2012.
Meu Caro:
ResponderEliminarJá eu sou pela certificação e classificação patrimonial das bestas.
Com ou sem chocalho tapado.
Abraço
Quem foi ao sequim de ouro?
ResponderEliminarAbraço
C Martins, dizem que foi artista. Na história do coro de sto amaro de oeiras está lá um pessoa com nome igual e referenciam uma gémea Martins.
ResponderEliminarSim. As bestas são a maior e mais vasta instituição patrimonial portuguesa. Merecem bem certificação por inteiro e não só do chocalho.
ResponderEliminarCumpts.
A cavalgadura investida.
ResponderEliminarO côro de St.º Amaro admite esganiçadas?
ResponderEliminarCumpts.
Alguns anos depois do 25/4, a propósito de uma efeméride relativa a Fernando Pessoa, numa pequena entrevista a Mª Barroso, na RTP e em directo, perguntaram-lhe o que pensava de Fernando Pessoa como poeta e também polìticamente. Resposta algo titubeante, como que à procura das palavras apropriadas à ocasião (a frase foi mais ou menos esta e cito de memória) "... um grande escritor e naturalmente um homem de esquerda"(!!!)
ResponderEliminarNesse dia havíamos tido visitas para jantar. Nisto e após ouvidas aquelas palavras vindas de uma criatura que sempre foi, tal como o maridinho, falsa, interesseirona por estatuto e dinheiro e traidora à Pátria e proferidas ùnicamente ou para iludir os incautos (tentando puxar o genial escritor para a sua área política por pura conveniência e cinismo) ou por ignorância chapada ou pelas duas em uníssono, um dos nossos amigos, ouvido o completo despautério, exclamou indignado "Mas esta criatura é doida, não sabe o que está a dizer! Pessoa era tudo menos esquerdista, ele era sim de direita e bem de direita e os seus poemas e demais literatura comprovam-no à exaustão! Se mais não fora e há muito mais, bastar-nos-iam duas criações paradigmáticas, a Mensagem ou ainda o seu extraordinário tributo ao "Presidente Rei" - numa exaltação patriótica a Sidónio Pais que tanto nos orgulha como Povo e nos comove profundamente - e naqueles encontrar-se-ia a prova provada".
Conhecer-se a personalidade de Pessoa, bem como a génese da sua literatura - impregnada de amor à Pátria e aos feitos gloriosos dos seus Heróis passados - e ainda assim ter a supina lata de proclamar que ele era um homem de esquerda..., é preciso topete. Para dizer o mínimo.
Maria
Típica apropriação pessoal por via da colectivização. Não espanta, pois que é «modus operandi» das esquerdas em geral e dos Soares em particular.
ResponderEliminarO «domicílio» já deveio em feudo: Magali Pinto, «Carro de Soares abandona acidente; ex-presidente ignora a vítima e manda motorista arrancar», in Correio da Manhã, 4/XII/15.
Cumpts.
Só que não chocalhou; não o deixaram, que parece que o chocalho lhe tinha sido atado ao pescoço depois do prazo legal.
ResponderEliminarCumpts
E quem no quereria ouvir?
ResponderEliminarCumpts.