Depois de sabermos do motorista do Sócrates se chamar Pernas, ficámos a saber há dias que o chauffer dos Espiritos Santos se chama Maneiras. Uma burguesia que se aceite, já não digo que houvesse de haver motoristas Joaquim ou Agostinho, vulgares nomes, mas então arranjasse alguém chamado Rodas ou Manobras...
Motorista, Lisboa, 1944.
António Passaporte, in archivo photographico da C.M.L.
Tem toda a razão.
ResponderEliminarMas, como se pode comprovar, a lógica é uma batata!
Há um nome vulgar de "chauffeur" que seria aceitável por essa burguesia:
ResponderEliminarJoão Passos Dias Aguiar.
Cumpts
O motorista lá de casa chamava-se Castelo Branco, não sei se com hífen, se sem. A última vez que prestou serviço foi para ir levar e trazer a um concurso hípico, na praia onde se passava férias. Depois reformou-se e não houve substituto, nem mais notícia dele. Havia um outro, o José, da empresa, que estava ao serviço de meu Pai, que só o usava em viagens grandes. Dos carros, só o da empresa era bom. Em casa havia dois em condições, mas modestos. O Zé, mais tarde, patilhou as funções com outro colega, quando o meu Pai adoeceu e deixou de guiar. Isto tudo, nos anos 60.
ResponderEliminarEu ia a pé para a escola primária (do ensino oficial, como se dizia) e, no caminho, encontrava o M ou o JA, que partilhavam a mesma sorte (e o mesmo frio e chuva) apesar da família de um deles ter, também, chauffeur. A escola, diga-se em abono da verdade, não era longe - talvez um kilómetro - mas antes das 9 da manhã o frio era grande e o caminho feito quatro vezes, porque vínhamos almoçar a casa.
É verdade.
ResponderEliminarCumpts.
É verdade.
ResponderEliminarCumpts.
Outros tempos.
ResponderEliminar:)
Cumpts.