A Portucel andou nas notícias ontem por dizer que havia de recrutar 100 trabalhadores (criação de 100 postos de trabalho, é como estraleja esta publicidade de intenções, não de factos, nos noticiários). Mas um facto, porém, havia na notícia:
Diogo da Silveira [da Portucel] revela ainda que se a floresta estivesse mais organizada, a Portucel evitaria a importação de mais de cem milhões de euros de matéria-prima (Frederico Pinheiro, «Investimento de € 30 milhões gera mais de 100 novos postos de trabalho na Portucel», R.T.P., 15/IV/15).
Ocorreu-me de súbito que o eucaliptal por esses ermos e serranias do reino ainda não é suficiente. Por outro lado, talvez ajude a perceber o corte de árvores ainda há dias em Arroios, de que se quase não acha notícia ou explicação, como outro há tempos no Largo do Leão.
O culto da árvore; alunos plantam árvores no antigo Largo do Matadouro, Lisboa, 1910.
Josshua Benoliel, in archivo photographico da C.M.L.
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