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quinta-feira, 16 de abril de 2015

Portucel

 A Portucel andou nas notícias ontem por dizer que havia de recrutar 100 trabalhadores (criação de 100 postos de trabalho, é como estraleja esta publicidade de intenções, não de factos, nos noticiários).  Mas um facto, porém, havia na notícia:



Diogo da Silveira [da Portucel] revela ainda que se a floresta estivesse mais organizada, a Portucel evitaria a importação de mais de cem milhões de euros de matéria-prima (Frederico Pinheiro, «Investimento de € 30 milhões gera mais de 100 novos postos de trabalho na Portucel», R.T.P., 15/IV/15).



 Ocorreu-me de súbito que o eucaliptal por esses ermos e serranias do reino ainda não é suficiente. Por outro lado, talvez ajude a perceber o corte de árvores ainda há dias em Arroios, de que se quase não acha notícia ou explicação, como outro há tempos no Largo do Leão.


Culto da Arvore, L. Matadouro (J. Benoliel, 1910)
O culto da árvore; alunos plantam árvores no antigo Largo do Matadouro, Lisboa, 1910.
Josshua Benoliel, in archivo photographico da C.M.L.

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