| início |

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Da inteligência do que se para aí diz


Cem Anos, Cem Árvores. Lisboa planta 100 árvores


«Quando passam cem anos sobre o início da Grande Guerra, é tempo de prestar homenagem a todos os portugueses que se bateram nos campos de batalha de África e da Europa, na defesa da sua Pátria e em prol da Liberdade. Sendo que sobre todos se levanta a memória daqueles que caíram e deram a vida por Portugal.»



 Leio isto e penso. Salvos os eucaliptos, não será o plantio de árvores coisa sempre de louvar? Acha o benévolo leitor ser necessário arregimentar pretextos (arregimentar é bem o termo) para o fazer?!... E que me diz de o pretexto ser, como vai escrito, o centenário do começo duma guerra?
 Fala-se de mais por encher o vazio. Das vidas e das cacholas. Pois continuem essas cacholas a vegetar desta maneira por aí, continuem, que a câmara municipal depressa, depressinha se entreterá em dar-lhe o arroz...



(Imagem de entretenimento para cacholas vegetais da página oficial da vegetação militar.)

Revisto.

Sem comentários:

Enviar um comentário