O presidente parece que farejou (salvo seja) a pré-campanha e resolveu dizer que não entra em lutas partidárias. -- Por acaso teve razão, o olfacto não no enganou. -- O seu caso é que, ventilando lá o que ventilasse ou calando ali o que houvesse, não tinha como não cheirar também. Odores que há muito nos chegam democràticamente ao nariz. Normalmente antes de impostos...
Revolução dos Cravos Grande Acidente Nacional, Lisboa, 1974.
Henri Bureau, in Corbis.
Pensavam que cheirava a liberdade... cheirou a trampa, e muita!
ResponderEliminarUm cheiro que não passa.
ResponderEliminarCumpts.
Pois assim tem o caro Joe Bernard toda a razão: cheira à liberdade da trampa; olhe só para a imposição do aborto gráfico nos exames: Quer mais liberdade? Quer mais trampa?
ResponderEliminarCumpts
Meu caro, cada notícia que surge da vida nacional, é trampa. É a corrupção, e a vigaroce, enfim, um nunca acabar. E estou a falar da classe dirigente!!!
ResponderEliminarÉ. A classe dirigente extraída do mais vulgar da geral. Democracias!
ResponderEliminarCumpts.