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segunda-feira, 9 de março de 2015

Do cheiro que se sente

O presidente parece que farejou (salvo seja) a pré-campanha e resolveu dizer que não entra em lutas partidárias. -- Por acaso teve razão, o olfacto não no enganou. -- O seu caso é que, ventilando lá o que ventilasse ou calando ali o que houvesse, não tinha como não cheirar também. Odores que há muito nos chegam democràticamente ao nariz. Normalmente antes de impostos...


 



Revolução dos Cravos Grande Acidente Nacional, Lisboa, 1974.
Henri Bureau, in Corbis.

5 comentários:

  1. Joe Bernard12/3/15 20:38

    Pensavam que cheirava a liberdade... cheirou a trampa, e muita!

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  2. Um cheiro que não passa.
    Cumpts.

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  3. Inspector Jaap13/3/15 12:30

    Pois assim tem o caro Joe Bernard toda a razão: cheira à liberdade da trampa; olhe só para a imposição do aborto gráfico nos exames: Quer mais liberdade? Quer mais trampa?
    Cumpts

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  4. Joebernard13/3/15 13:04

    Meu caro, cada notícia que surge da vida nacional, é trampa. É a corrupção, e a vigaroce, enfim, um nunca acabar. E estou a falar da classe dirigente!!!

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  5. É. A classe dirigente extraída do mais vulgar da geral. Democracias!
    Cumpts.

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