A ministra Teixeira da Justiça acha que a droga leve devia ser vendida na farmácia, a par dos remédios. Pela mesma ordem de raciocínio cuido ache bem que o vinho também venha a vender-se na farmácia a par do álcool.

Taberna, Telheiras, 1991.
Valter Vinagre, in archivo photographico da C.M.L.
Adenda: só numa civilização de dementes andar com droga e drogar-se não é crime, sendo as drogas ilegais, enquanto chachadas mal definidas (e mal designadas) como bullying ou o asco geral por sodomia se entende que são, em si, matéria para o código penal.
E quando é que poderei casar com o meu burro?
ResponderEliminarPrevejo que mal os pares de jarras possam chegar aos meninos.
ResponderEliminarCumpts.
A senhora não bebe. Pica-se.
ResponderEliminarAbraço
Aposto mais no contrário.
ResponderEliminarCumpts.
Este pessoal, bem menor, por sinal, procede de uma maneira perante os problemas que, se tivessem cursado medicina, recomendariam ao doente um bom “rouge” na cara em vez da terapia adequada; se alguém parece estar bem de saúde, é porque está. Que cambada!
ResponderEliminarCumpts
Mascaram os problemas, pois é. Esta ministra da Justiça, para acabar com o crime das drogas -- todo o crime -- basta-lhe abolir o código penal. Melhora logo a estatísticas e os atrasos dos tribunais. Para compor um tanto e manter a fachada pode tipificar uns crimes novos como limpar o nariz em público ou não desodorizar o sovaco, a par dos odiosos «bullying» (da simples invectiva à agressão verbal com perdigotos) e asco por comportamentos aberrantes.
ResponderEliminarE já faltou mais...
Cumpts.