Há cinco anos publiquei estas imagens para ilustrar a representação do Estado na II.ª e na III.ª repúblicas. As de cima são dos últimos volumes da História de Portugal do prof. Veríssimo Serrão. As inferiores (literalmente e em todos os sentidos) são da Presidência abrilina. Como documentos históricos a sua eloquência é óbvia. Como sinal dos tempos, as superiores, tal como a II.ª República, nunca existiram.
Olhe, se fizermos uma comparação entre os bastante bem conseguidos e dignos retratos dos ex-presidentes do Estado Novo e aqueles dois trastes deste regime, bem..., são como do dia prá noite.
Eu desconfio que o/s autores destes dois últimos retratos, quase obras de fancaria, sem òbviamente o revelar pintaram as duas criaturas como de facto o deviam ter sido e sem dúvida d'acordo com o que eles pensavam poder caracterizar e deixar transparecer na medida do possível as suas diabólicas personalidades, de resto magnìficamente reveladas em tela. Uma vergonha, para não ir mais além nos qualificativos. Mas afinal ainda bem, assim os vindouros poderão ter oportunidade d'observar a real fisionomia=carácter dos indignos retratados que tiveram a inqualificável desfaçatez e a inominável insolência de chegar a representar criminosa e miseràvelmente o nosso adorado Portugal. País milenar que não merecia tanta vileza e tão longa e devastadora ignomínia. Maria
Tem razão. As inferiores são o estado da arte do estado caricatural a que chegámos: boa representação ali das manápulas e da cachola avinhada dum regime. Cumpts.
Só posso dar os parabéns aos fotógrafos do «1º balcão» pela qualidade das fotos que retratam o físico dos retratados, passo a redundância, e também aos pintores da «geral» que retrataram a alma dos ditos. É raro, mas acontece. Cumpts
Para retratar almas não é necessária mestria no retrato. Basta um cabotino e um tição que mascarre. Agora que os retratados por mau pintor se empolguem com a intrujice, a tomem por arte e a paguem por bom dinheiro que não é seu... A estupidez está cada vez mais cara. Cumpts.
Caramba, adorei essa do "As inferiores..."
ResponderEliminarMais uma vez de acordo!
Gostei de "As inferiores... etc.)
ResponderEliminarOlhe, se fizermos uma comparação entre os bastante bem conseguidos e dignos retratos dos ex-presidentes do Estado Novo e aqueles dois trastes deste regime, bem..., são como do dia prá noite.
ResponderEliminarEu desconfio que o/s autores destes dois últimos retratos, quase obras de fancaria, sem òbviamente o revelar pintaram as duas criaturas como de facto o deviam ter sido e sem dúvida d'acordo com o que eles pensavam poder caracterizar e deixar transparecer na medida do possível as suas diabólicas personalidades, de resto magnìficamente reveladas em tela. Uma vergonha, para não ir mais além nos qualificativos. Mas afinal ainda bem, assim os vindouros poderão ter oportunidade d'observar a real fisionomia=carácter dos indignos retratados que tiveram a inqualificável desfaçatez e a inominável insolência de chegar a representar criminosa e miseràvelmente o nosso adorado Portugal. País milenar que não merecia tanta vileza e tão longa e devastadora ignomínia.
Maria
E no entanto é desgraçado...
ResponderEliminarCumpts. :)
Tem razão. As inferiores são o estado da arte do estado caricatural a que chegámos: boa representação ali das manápulas e da cachola avinhada dum regime.
ResponderEliminarCumpts.
Só posso dar os parabéns aos fotógrafos do «1º balcão» pela qualidade das fotos que retratam o físico dos retratados, passo a redundância, e também aos pintores da «geral» que retrataram a alma dos ditos. É raro, mas acontece.
ResponderEliminarCumpts
Para retratar almas não é necessária mestria no retrato. Basta um cabotino e um tição que mascarre.
ResponderEliminarAgora que os retratados por mau pintor se empolguem com a intrujice, a tomem por arte e a paguem por bom dinheiro que não é seu...
A estupidez está cada vez mais cara.
Cumpts.
Sábias palavras; é o «delirium tremens» em todo o seu esplendor.
ResponderEliminarCumpts