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segunda-feira, 6 de outubro de 2014

A propósito de bronzes

 Obra do escultor Leopoldo de Almeida inaugurada em 24 de Novembro de 1970 e apeada num desses cunhais da História...
 Como entretanto as fundições de canhões nacionais cederam lugar à importação de submarinos p.p.p. pode ser que se ache [a estátua] nalgum armazém da falsa História — a tal que nos legou uma pesada herança que também não existe...


Monumento ao marechal Carmona, Campo Grande (A.Serôdio, 1970)
«Por Portugal uno e indivisível», Campo Grande, 1970.
Armando Serôdio, in Arquivo Fotográfico da C.M.L.

7 comentários:

  1. Caro "Bic Laranja"

    Quanto à estátua, ela encontra-se exposta nos jardins do "Museu da Cidade".

    Ironia do destino, encontra-se a 100 metros do local donde foi retirada. Só atravessar a artéria lateral do Campo Grande.

    A edificação complementar do monumento lá ficou muitos anos aguardando, por uma estátua de alguma figura proeminente do pós 25 de Abril.

    Não apareceu, nem figura proeminente, nem muito menos a estátua ...

    Os meus cumprimentos

    José Leite

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  2. Boa nova venha por si, prezado José Leite.
    É bom saber a estátua em bom recato e logo ali, tão perto de seu pouso original.
    O pórtico ficou lá muitos annos, é verdade, transformado num monumental mictório. Pena não terem ali posta a cargaleira rocha ao
    ao 25, a que jorra uma aguadilha supeita no cimo do parque. Faria jus à função decadente em que o pórtico caiu.
    Muito grato pela informação.

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  3. Joe Bernard7/10/14 18:18

    Muito bem!!!

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  4. Pois, esculturas e obras-mestras que traduzam o talento escultórico e o engenho do artista, os analfabrutos, mais conhecidos e auto-intitulados grandes democratas, por inveja incontrolável e ódio de morte a tudo o que é grandioso, belo e perfeito e se sobretudo tiver sido criado durante o anterior regime, é para abater seja lá como for. Quanto àquilo que eles não possam deitar abaixo dada sua enorme dimensão e/ou monumentalidade, então toca a mudar-lhe o nome, sòmente para fazer o povo esquecer ainda um pouco mais tudo o que lhe faça lembrar o Estado Novo e o seu mentor. Um só exemplo,
    o nome pelo qual foi baptizada a Ponte Salazar e muito bem já que foi o Estadista quem a mandou construir, assim que os prévios anunciadores e posteriores introdutores-impostores no País das máximas e falsas liberdades existentes ao cimo da Terra, tiveram a oportunidade óptima mudaram-lhe logo o nome. A esta obra-prima e a muitas outras, bem como a ruas, avenidas, largos praças, etc., etc. Porquê? Porque têm uma inveja louca de tudo o que lhes cheire a Estado Novo, única e simplesmente porque foi nesse Regime que muito do que foi feito, foi muito bem feito e, perante a prova inegável que se vê por todo o lado, está a muitas milhas de distância das porcarias, na realidade obras de fancaria miseráveis que deveriam envergonhar para sempre os seus autores. Mas não, não envergonham, antes enchem-se d'orgulho do lixo produzido, o que diga-se não admira já que elas são a cara chapada dos próprios e do regime do qual brotaram. Sem tirar nem pôr.
    Maria

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  5. Bic Laranja8/10/14 20:36

    Sim. Tudo o que emane do Estado Novo é para votar ao esquecimento, independentemente do valor que tenha. Ostensivamente, como a Ponte Salazar, ou pela calada, como no desmazelo das piscinas municipais e dos canteiros do Ultramar na Praça do Império. Por acaos como nem todos andamos a dormir...
    Cumpts.

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  6. Inspector Jaap10/10/14 20:50

    Mas esta cáfila sucialista sabe fazer mais alguma coisa do que:
    1- Pedir dinheiro emprestado que não tenciona pagar.
    2- Governar-se, «rapidamente e em força» (vingança mesquinha da minha parte)!
    3- Dar umas migalhitas por baixo da mesa ao ex «nobre povo» que, de valente já não tem nada para que o ponto 2 não se torne muito notado.
    4- Destruir tudo o que se possa fazer desaparecer da nossa História-Pátria em geral e do Estado Novo em particular?

    Enfim, os Gengis-cães do séc. XXI, nada a estranhar, portanto.
    Cumpts

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  7. As migalhas são paga de votos. Vê-se-as a democratas em cada quatro anos.
    Cumpts.

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