« A A.B.L. não fez isso com o intuito generoso de unificar as grafias da Lingua Portuguesa. Não: foi um golpe de publicidade [...]. Foi vender gato por lebre. Foi uma balela desde o começo [...], uma fraude.»
«O negócio do Acordo Ortográfico», O Diabo, 24/VI/2014.
Quando um dicionarista brasileiro ajeita um filólogo português para lhe vender a livralhada, e quando um inútil vaidosão duma agremiação de pseudo-letrados do Rio de Janeiro mete umas cunhas em Brasília para obter autopromoção, chegamos ao absoluto português pateta (português, gente que ratifica e decreta, e português, idioma escrito).
Parece absurdo? É a realidade.
(O Diabo, 24/VI/2014.)
Essas versões têm a grande desvantagem de não explicar os entusiasmos fanáticos daqui.
ResponderEliminarO acordo ortográfico foi relançado por Sarney que se serviu das cumplicidades da organização internacional da que dizem pertencer para o impor a Portugal, com o auxílio dos irmãos daqui.
Conviria ver de onde vêm os entusiasmos com as questões da língua e da "ortografia fonética":
http://observatorio-lp.sapo.pt/pt/ligacoes/legislacao-e-efemerides-lista/o-portugues-e-lingua-oficial-da-maconaria-regular
Agora veja quem, aqui, tem imposto o acordês. Dá-se um rebuçado por cada um que não tenha apertados laços com a organização*. Podia, aliás, oferecer pepitas de ouro: a despesa é igual.
* O que precise de negociar com o estado.
Vou só repetir o que li há tempos num blog:
ResponderEliminarNo Brasil vinga, cresce, medra(*), um Libanês.
Em Portugal, idem, idem, um monhé de Índia Portuguesa.
(*) Num jardim cheio de flor
Onde vive o colibri
Há uma flor que ali medra
Essa flor medra pra ti.
Monhé é diminuitivo caridoso usado em Moçambique. Tem provérbio — lá usado — que o demonstra:
ResponderEliminar"Se na estrada encontrares um monhé e uma cobra, mata o monhé".
Na minha vida aprendi que os descendentes da Índia Portuguesa são falsos. Quando estão na mó-de-baixo são excelentes creados. Quando sobem, sai da frente.
Até a Marcelo Caetano, Salazar nunca deu posições de decisão. Deu-lhe bons postos no Estado Novo; em parte porque lhe devia a revisão do código financeiro com que levantou o País; em parte por pena pela doença de sua mulher.
Cuido que tennha razão. E as personagens do' «O Diabo» hão-de ser da seita.
ResponderEliminarCumpts.
Em Portugal há mais de um monhé que medra.
ResponderEliminarCumpts.
Já ouvi um goês chamar monhé a indianos. Não lhe vi diferença. Mas ele viu.
ResponderEliminarCumpts.