« E, no entanto, pelas suas ruins finanças e irregular administração o País foi julgado nos pretórios da Europa, umas vezes com alguma justiça, outras sem ela. Pelas suas faltas de devedor e urgências de dinheiro teve de aceitar contratos leoninos e acordos cujas cláusulas se afastavam do teor normal entre pessoas ou Estados solventes. Com a expectativa de novos pedidos de empréstimo se pretextaram conluios internacionais, em que se viu contarem pouco os direitos, a integridade, a soberania de uma Nação, suposta independente, segura e garantida. Tudo isso é História; »
Oliveira Salazar, Discursos. Volume Primeiro, 1928 - 1934, 5.ª ed., Coimbra, 1961, p. XIV.
Pedidos de empréstimo a jeito de conluios internacionais são, pois, História; hoje, o que há para História futura são saudáveis emissões de dívida. Um notável progresso.
Castelo de Guimarães, Portugal, [s.d.]
Artur Pastor, in Arquivo Fotográfico da C.M.L.
Mais uma vez Salazar a ter inteira razão no que então afirmava. Palavras sábias saídas de um cérebro inteligente perfeitamente adaptáveis ao presente.
ResponderEliminarMaria
Inteligência como do Dr. Salazar é rara. Já desmiolados a cometer as asneiras de sempre são eternos, porém.
ResponderEliminarCumpts.