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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Miséria

 Depois do pregão ordinário das vedetas à sua primeira vez (!), o patético anúncio da Radiotelevisão Portuguesa duma nacionalíssima app second-screen, com uma autoproclamada rapariga das novas tecnologias a tratar-me por tu e a dizer-me de olhos arregalados que posso inter-á-gir com a televisão.
 Pois posso.
 Mudo de canal ou apago-a.


Mais miséria



I, 12/II/2014.

5 comentários:

  1. Inspector Jaap13/2/14 12:57

    Estou de acordo com o caro Bic , mas acrescento qualquer coisa:
    1- «interássão» : há ele uma terceira via: atirá-la contra a parede e fazer descer a tensão arterial uns quantos pontos; era o que eu faria SE visse “isso”; não o fazendo tenho que me pôr a adivinhar e não quero; assim, passo ao ponto
    2- A miséria desse gargantuesco sorvedouro do nosso dinheiro é consistente tanto na forma, como no conteúdo, como nos custos, estes por antinomia; no que concerne a Lisboa, o panorama também é semelhante: cá como lá, há uma percentagem de pessoal correctamente adjectivado pelo caro Bic que não faz “puto” (sic)*
    Cumpts
    *= Dito pelo director dessa “Santa Casa”.

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  2. 1) Inter-ágir é o que eles querem!...
    Em se tratando de televisão, eu, é só uma via: eu ajo e a TV reage. Não admito o contrário.

    2) O provedor da Sancta Casa faz alguma coisa?...

    Cumpts.

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  3. Há dois dias escrevi por duas vezes sobre este anúncio..., mas ambos os comentários perderam-se.

    Tem toda a razão no que afirma. Mas pior do que o anúncio, na minha perspectiva, são as miúdas que o protagonizam. Refiro-me especìficamente à Furtado e à Sílvia Alberto. A primeira é duma vaidosice exacerbada em tudo o que faz, incluíndo este anúncio, que provoca vómitos seguidos, não se suporta ver tanta vaidade postiça. E ainda por cima, nos variadíssimos programas que tem apresentado - e continua a fazê-lo uns a seguir aos outros - em que tem de dialogar com os convidados ou concorrentes por sua conta e risco..., o 'vocabulário' que tenta desenvolver é de uma pobreza que só visto. E ela bem se esforça nos ademanes e contorcionismos para convencer os mais distraídos, mas os resultados são nenhuns. Esta rapariga, de um pretenciosismo atroz, só tem trabalho ininterrupto e ainda por cima numa televisão do Estado paga por todos nós, por ser filha de um comuna. Neste país quem é comuna ou xuxa, ou é filho, filha, mulher, marido, amigo ou amiga das respectivas famílias políticas, nem que seja a maior nódoa no ofício que desempenha, tem futuro assegurado. Basta olhar à nossa volta e para quem tem tomado conta do país e já vão perto de quarenta anos com os resultados fabulosos que todos conhecemos, para constatarmos este facto bem real e conclusivo.

    Quanto à S. Alberto, coitada, outra que não acrescenta coisa alguma aos programas que apresenta - então essa do 'intér-ágir' é o máximo..., a fazer lembrar uma 'apresentadora' de recurso, deduz-se que pescada à última da hora, que num concurso da Canção de há uns bons trinta anos, sai-se com esta pérola: "... agora vamos ouvir a votação de Âveiro..." - igualmente pouco vocabulário, pouca cultura (como a outra supra-citada) foi metida na mesma televisão à pressão e esta mama já dura há dezenas(?) d'anos, tal como a Furtado, devido justamente à pressão feita por algum xuxa ou comuna da família dela ou amigo do amigo do presidente ou do director de programas, o que vem a dar ao mesmo. E é assim que temos de gramar estas encomendas quer queiramos ou não. Minto, eu não, assim que estas raparigas aparecem à minha frente num qualquer programa ou anúncio, faço exactamente igual, mudo imediatamente de canal.

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  4. Attenção que a rapariga Frutada (não é êrro) é dona mui fidalga. E o Jaquim pae ganhou foros de heroe inquestionado por ter estado de plantão ao microphone radiofonico na madrugada da libertação. -- As esquinas da História estão pejadas destes libertadores dos povos tirados á pressão. -- A moça Frutada revelou os pergaminhos á nação tão logo a empoleiraram num helicoptero mostrando-nos o portugalinho do ar pela TV. -- «Isto é muito lindo, muito verde» -- lembra-me d'ella repetir ao pobre Henrique Mendes. «Lindo» e «verde» foram adjectivos que lhe enriqueceram enormemente o vocabulário e lhe arejaram o intellecto para escrever «chiu» ao gato na lettra d'uma canção que a radio tornou famosa. Se isto não é prova dos «amanhãs que cantam» que o pae annunciou na radio não sei...
    A Sílvia Alberta é outra carinha laroca, com jeito para intér-ágir, de certo.
    Cumpts.

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  5. Ahahahah..., que maravilha!
    Maria

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