Hoje falaram-me numa (apareceu-me diante, escrito) colega concetora e formadora...
Os espanhóis têm a Inmaculada Concepción. Não sei se para os portugueses há alguma Nossa Senhora da Concepção. Nossa Senhora da Conceição há há muito; é padroeira do reino de Portugal (que já acabou) e é do tempo em que o bom povo português ditongava de seu natural em -ei-, -eu-, -oi-, -ou- e -ui- os grupos -pt- e -ct- latinos. Daí ter o génio da língua (o bom povo desses tempos) concebido «conceição» (< conceptionem) e gerado fruito (< fructum). Desde, porém, que a instrução passou formação (uma espécie de moldagem) Nossa Senhora deixou de guiar o bom povo e passaram a ser os governos. Governos de doutos (< docti) letrados que alatinaram o idioma tornando cá prenhes da concepção e dos fructos. E, finalmente, governos de analphabetos licenciados que são gênios concetores. Seus fruto é qui são azedo.
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Fruto de certa concepção...
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Só posso reafirmar até à exaustão: isto é mesmo o “delirum tremens”. E a procissão ainda nem saiu do adro…
ResponderEliminarCumpts
Isto agora já não leva emenda nem com a reversão completa do processo. Julgo que o intuito fosse também esse: pôr a coisa a girar de forma a criar um mercado de reformas ortográficas para muitos e bons anos. Já vê vossemecê, são carradas e carradas de dicionários, prontuários e vocabulários de cada vez...
ResponderEliminarBem dizia João Araújo Correia vai para cima de cinquenta anos.
Cumpts.
Sábias palavras as suas e as de João Araújo Correia; o homem até aparece que era bruxo!
ResponderEliminarCumpts
O intuito do aborto não é comercial, é político.
ResponderEliminarE há política, hoje, que não seja negócio?...
ResponderEliminarCumpts.
Escuro, acrescento eu.
ResponderEliminarNão, seguramente que não, que a estreiteza de vistas desta impante "elite" que nos "governa" não dá para mais... Mas que raio de indigência!
Cumpts