Fantástico! O local a tomar a aparência que mais tarde lhe conhecí. E se as casas em primeiro plano já estavam demolidas à data das minhas recordações, a silhueta daquelas outras lá no horizonte, veio-me agora à memória, tantos anos depois. Ainda andei pelas que se vêm mais à direita, mas os pormenores esvaíram-se com o tempo.
... esta azinhaga se bem me lembro veio a fazer a ligação para a Escola Cesário Verde, e ao fundo à esquerda seria aquela que se conhecia pela quinta do Lourenço?
Sim. A embocadura deste caminho de terra veio a ser o princípio da rua dessa escola preparatória em Lusalite que diz. Mas não coincidia essa rua com a velha Azinhaga da Picheleira que, vinda da Barão de Sabrosa passando diante do Casal Novo (as casas na base da fotografia), se prolongava na Calçada da Picheleira até Chelas. A quinta na colina mais elevada, à esquerda, era a do Monte do Coxo. Cumpts.
Caro Bic, Desculpe pela impertinência, mas a foto do comício despertou-me enorme curiosidade. Já viu FAN003628 (cota antiga) do arquivo da CML? Cumprimentos
Conheço essa. É doutro comício um mês antes que se fez nos terrenos onde hoje vegeta a sapataria Guimarães. Por acaso esqueceu-me de a pedir num lote que mandei há dias ampliar no Arquivo. Conto de as ir publicando a retalho, como esta aqui. Cumpts.
Era o Casal Novo (os telhados). Dava frente para a Quinta das Olaias e estendia-se para o lado da Rua do Sol a Chelas até à Quinta Nova. Foi este Casal aterrado e coberto com a Escola António Arroio. Cumpts.
Estava-me a referir às casa em plano mais alto, no horizonte, o Monte Coxo. As que se encontram em primeiro plano, à esquerda eram, afinal, o meu bem conhecido Casal Novo (1885) mas a perpectiva da foto e o carreiro que lá se vê, induziram-me em êrro, fazendo-me parecer que elas estavam situadas no lado contrário da azinhaga, onde nunca conhecí nenhuma edificação. Parabéns pela sua perspicácia, sem a qual eu continuaría enganado. O modo como a foto foi tirada, de um ponto alto, leva a crêr que já estaria feito o aterro, iniciado no final dos anos 50 e onde, posteriormente, veio a assentar a Escola António Arroio. A.v.o.
O lugar já estava aterrado, sim. E notou como a Rua Larga forma como que um dique nas terras que ainda eram da quinta das Olaias? E um dique sem os muros... Cumpts.
Caros amigos Eu não queria ser desmancha-prazeres, mas tenho a impressão que os edificios à direita nada têm a ver com a Rua Verissimo Sarmento. Eles são as traseiras da Rua João Nascimento Costa no chamado antigamente Bairro de Santa Engrácia.(construido em 1955) Realmente a azinhaga (junto aos prédios) que se vê vai dar hoje à Escola Cesário Verde, mas na altura desembocava no chamado Jardim da Nespera e mais acima ao Páteo das àguias em frente ao Bairro da GNR. Na elevação era a quinta do Manuel Coxo ou Manuel Réo,hoje, salvo erro, a urbanização do Bairro Portugal Novo Terei razão? Cumprimentos Adriano Rui Ribeiro
Os edifícios do lado direito são como diz, as traseiras da Rua João Nascimento Costa. A Rua Veríssimo Sarmento atravessa a imagem e é por onde circula o automovel, julgo ser assim Sr. Bic? Cumpts.
Caros amigos Para nós que lá residimos na altura a Calçada da Picheleira começava mesmo junto ao Bairro da GNR. Lá para os anos cinquenta (1952) é que construiram os primeiros prédios e prolongaram a Rua Verissimo Sarmento. Há um leitor que refere que do Casal Novo atingia-se a Rua do Sol a Chelas. Não deve ser verdade, porque do Casal Novo para se ir para a Rua do Sol a Chelas, ou se ia pela Calçada do Carrascal (passava-se pelo campo do Vitoria CL e pelas casas da Maria dos porcos e do Cunha Velho) ou então pelas Ruas Luis Monteiro e Antonio Luis Inácio. Nem do Casal Novo se conseguia ir para a Quinta da Curraleira. Havia uma entrada para a Curraleira de baixo pela Rua do Sol a Chelas, mas que nunca dava acesso à azinhaga que ligava a Rua Barão de Sabrosa à Calçada da Picheleira. Cumprimentos
Caros amigos Reli o comentário do leitor e rectifico porque ele nunca disse que se ia para a Rua do Sol a Chelas pelo Casal Novo. Mas fica a informação. Lembro-me que uma vez tentei atravessar a Quinta Nova para a Rua do Sol a Chelas e voltei para trás porque ouvi tiros de caçadeira de local inferior onde eu estava. Cumprimentos Adriano Rui Ribeiro Nota: o Bic Laranja publicou em tempos uma reportagem sobre a "Queijoca". Já para o fim da vida dela a "Queijoca" morou em minha casa.
Nem há uma semana alguém me contou história igual sobre a Quinta Nova (quinta do Gago?). Apenas essa pessoa me contou que procurava fazer o caminho inverso; desde a Rua do Sol a caminho do Casal Novo. Deve ter razão sobre chamar-se Calçada da Picheleira ao troço da Rua Veríssimo Sarmento entre o B.º da Guarda e a Picheleira. Esse era o nome dado nos projectos da C.M.L. ao necessário arruamento (a fazer) ligando do B.º da Calçada da Picheleira (Casal da Porciúncula ou Casal dos Ladrões) à Rua Barão de Sabrosa; isto pelos anos de 1927-36. Sobre a Queijoca, v. «Gasosa com vinho», 26/9/2009. Cumpts.
Caro amigo É tal e qual como diz. Nesse arruamento só havia um prédio muito antigo. Morava lá um senhor de nome João Cordeiro que era o chefe das oficinas do Antonio da Escola. Em frente fizeram depois outro prédio onde havia uma taberna famosa pelos seus petiscos e que estava sempre cheia de clientes. As "púrrias" (pedradas) entre a malta da Picheleira e do Alto do Pina era no terreno superior agrícola da Quinta do Gago. Famosos os seus milheirais e trigais. Os nossos pombos nunca passavam fome. A malta do Alto do Pina concentrava-se no Jardim da Nespera e os da Picheleira perto das traseiras da taberna do Zé da Cachopa na Calçada do Carrascal. Gladiadores de meia tijela era o que éramos Cumprimentos Adriano Rui Ribeiro
Caros Bic Laranja e Adriano Ribeiro: - Será possível acrescentar mais alguns esclarecimentos sobre o Pátio das Águias? A minha falecida mãe falou-me várias vezes sobre ele. Inclusive terá lá tido uma mestra que lhe ensinou as primeiras letras. Uma espécie de pré-escolar de antanho. Mas não sei exactamente onde ficava. Suponho que se situaria no extremo de umas varandas, que tinhm entrada na esquina da Rua Barãode Sabrosa com a Calçada da Ladeira. Tenho idêntico problema com a Taberna do Zé da Cachopa. Ouví falar dela muitas vezes mas não sei onde era. Também ouví chamar Quinta do Vitorino às casas que se vêm à esquerda dos prédios da Rua Joâo Nascimento Costa. Bate certo? E na Quinta do Valério, alguém ouviu falar? E o Adriano Ribeiro terá conhecído o Jaime "Cabelinho de Sêda" e o Manel "Foge-ao-Vento")? Foram conteporâneos do "Príncepe". A revista do "Expresso" desta semana traz um trabalho intitulado "Eduardo Serra - O Único Portugês Nomeado para dois Óscares" cujo, é um filho da Picheleira, tal como ele próprio declara. A.v.o.
O Pateo das Águias ficava mesmo em frente ao cimo da Alameda D. Afonso Henriques. Havia um chafariz ao lado da entrada. A familia mais conhecida do Pateo das Águias eram os jornaleiros. Não me lembro dos nomes dos pais (talvez o "foge ao vento") mas conheci os irmãos todos: o Manecas, O Adelino (o Lina do juniores do Benfica)o Cabena, O Principe ( que teve um café na Rua Capitão Roby) e o Totina (meu afilhado de casamento). Outra familia conhecida eram os Chitas. Gente famosa como o Calé e o Mario Reis, excelentes jogadores de futebol. O Pesca (o Cruz do Benfica, campeão europeu) também parava no Pateo das Aguias, mas salvo erro morava na Rua do Garrido. A sede do Aguias do Alto do Pina era na taberna no prédio da Rua Barão de Sabrosa gaveto com a Alameda. O Ricardo Ferraz, treinador de boxe do Sporting também era do Pateo das Aguias, assimo como os irmãos Paz que jogaram no Belenenses. A taberna do Zé da Cachopa ficava na Calçada do Carrascal aí para o numero 153. Dava para as traseiras da Quint Nova ou do Gago. Íamos lá aos Sabados tomar duche por cinco tostões. Cumpromentos Adriano Rui Ribeiro
Agora sim, já posso dizer uma coisinha. O Manecas tinha banca na Pr. do Chile, ao pé da Parreirinha. O Totina na Estephania ao pé da Tarantela - o filho estabeleceu-se por ali perto. O Príncipe era o careca da leitaria dessa rua que diz. E o mais que digo é que o Pátio das Águias era um castiço pátio alfacinha. Grato pela informação.
Muito grato ao Adeiano Rui Ribeiro pela informação detalhada do Pátio das Águias. Já tinha perdido a esperança de acrescentar algo mais ao pouco que sabia sobre esse local. O nome deve-se, pelo que ouví dizer, ao par de águias que lhe decoravam a entrada. Tenho imensa mágoa que toda esta informação, bem como as novas tecnologias que a colocam ao alcance de um dedo, já venham demasiado tarde para certa pessoa. A.v.o.
caros amigos do BIC Laranja e pessoal do meu bairro ,sera que alguem tem fotos dos anos 60/70s da escola cesario verde ,e da subida para o jardim das nesperas ,que era um calvario quando saiamos da escola e tinhamos que subir aquela rampa enorme. cumps.Marcelo
O pátio das aguias, eu morei em frente, quando fui para lá morar já estava em ruinas. Hoje o local é nº 159 e mais tarde a seguir ao 25 Abril esse prédio teve lá a livraria vento de leste do M.R.P.P.
Fantástico! O local a tomar a aparência que mais tarde lhe conhecí. E se as casas em primeiro plano já estavam demolidas à data das minhas recordações, a silhueta daquelas outras lá no horizonte, veio-me agora à memória, tantos anos depois. Ainda andei pelas que se vêm mais à direita, mas os pormenores esvaíram-se com o tempo.
ResponderEliminarA.v.o.
... esta azinhaga se bem me lembro veio a fazer a ligação para a Escola Cesário Verde, e ao fundo à esquerda seria aquela que se conhecia pela quinta do Lourenço?
ResponderEliminarSim. A embocadura deste caminho de terra veio a ser o princípio da rua dessa escola preparatória em Lusalite que diz.
ResponderEliminarMas não coincidia essa rua com a velha Azinhaga da Picheleira que, vinda da Barão de Sabrosa passando diante do Casal Novo (as casas na base da fotografia), se prolongava na Calçada da Picheleira até Chelas.
A quinta na colina mais elevada, à esquerda, era a do Monte do Coxo.
Cumpts.
Caro Bic,
ResponderEliminarDesculpe pela impertinência, mas a foto do comício despertou-me enorme curiosidade. Já viu FAN003628 (cota antiga) do arquivo da CML?
Cumprimentos
Conheço essa. É doutro comício um mês antes que se fez nos terrenos onde hoje vegeta a sapataria Guimarães. Por acaso esqueceu-me de a pedir num lote que mandei há dias ampliar no Arquivo.
ResponderEliminarConto de as ir publicando a retalho, como esta aqui.
Cumpts.
Era o Casal Novo (os telhados). Dava frente para a Quinta das Olaias e estendia-se para o lado da Rua do Sol a Chelas até à Quinta Nova. Foi este Casal aterrado e coberto com a Escola António Arroio.
ResponderEliminarCumpts.
Estava-me a referir às casa em plano mais alto, no horizonte, o Monte Coxo. As que se encontram em primeiro plano, à esquerda eram, afinal, o meu bem conhecido Casal Novo (1885) mas a perpectiva da foto e o carreiro que lá se vê, induziram-me em êrro, fazendo-me parecer que elas estavam situadas no lado contrário da azinhaga, onde nunca conhecí nenhuma edificação. Parabéns pela sua perspicácia, sem a qual eu continuaría enganado.
ResponderEliminarO modo como a foto foi tirada, de um ponto alto, leva a crêr que já estaria feito o aterro, iniciado no final dos anos 50 e onde, posteriormente, veio a assentar a Escola António Arroio.
A.v.o.
O lugar já estava aterrado, sim.
ResponderEliminarE notou como a Rua Larga forma como que um dique nas terras que ainda eram da quinta das Olaias? E um dique sem os muros...
Cumpts.
A remissão avariada:
ResponderEliminarhttp://biclaranja.blogs.sapo.pt/4597.html
Cumpts.
Caros amigos
ResponderEliminarEu não queria ser desmancha-prazeres, mas tenho a impressão que os edificios à direita nada têm a ver com a Rua Verissimo Sarmento. Eles são as traseiras da Rua João Nascimento Costa no chamado antigamente Bairro de Santa Engrácia.(construido em 1955)
Realmente a azinhaga (junto aos prédios) que se vê vai dar hoje à Escola Cesário Verde, mas na altura desembocava no chamado Jardim da Nespera e mais acima ao Páteo das àguias em frente ao Bairro da GNR.
Na elevação era a quinta do Manuel Coxo ou Manuel Réo,hoje, salvo erro, a urbanização do Bairro Portugal Novo
Terei razão?
Cumprimentos
Adriano Rui Ribeiro
Os edifícios do lado direito são como diz, as traseiras da Rua João Nascimento Costa. A Rua Veríssimo Sarmento atravessa a imagem e é por onde circula o automovel, julgo ser assim Sr. Bic?
ResponderEliminarCumpts.
Assim é. As traseiras do B.º de S. Engrácia à dir. e a Rua Veríssimo Sarmento à esq.
ResponderEliminarCerto também acerca do Monte do Coxo.
Cumpts.
Caros amigos
ResponderEliminarPara nós que lá residimos na altura a Calçada da Picheleira começava mesmo junto ao Bairro da GNR. Lá para os anos cinquenta (1952) é que construiram os primeiros prédios e prolongaram a Rua Verissimo Sarmento.
Há um leitor que refere que do Casal Novo atingia-se a Rua do Sol a Chelas. Não deve ser verdade, porque do Casal Novo para se ir para a Rua do Sol a Chelas, ou se ia pela Calçada do Carrascal (passava-se pelo campo do Vitoria CL e pelas casas da Maria dos porcos e do Cunha Velho) ou então pelas Ruas Luis Monteiro e Antonio Luis Inácio. Nem do Casal Novo se conseguia ir para a Quinta da Curraleira. Havia uma entrada para a Curraleira de baixo pela Rua do Sol a Chelas, mas que nunca dava acesso à azinhaga que ligava a Rua Barão de Sabrosa à Calçada da Picheleira.
Cumprimentos
Caros amigos
ResponderEliminarReli o comentário do leitor e rectifico porque ele
nunca disse que se ia para a Rua do Sol a Chelas pelo Casal Novo. Mas fica a informação. Lembro-me que uma vez tentei atravessar a Quinta Nova para a Rua do Sol a Chelas e voltei para trás porque ouvi tiros de caçadeira de local inferior onde eu estava.
Cumprimentos
Adriano Rui Ribeiro
Nota: o Bic Laranja publicou em tempos uma reportagem sobre a "Queijoca". Já para o fim da vida dela a "Queijoca" morou em minha casa.
Nem há uma semana alguém me contou história igual sobre a Quinta Nova (quinta do Gago?). Apenas essa pessoa me contou que procurava fazer o caminho inverso; desde a Rua do Sol a caminho do Casal Novo.
ResponderEliminarDeve ter razão sobre chamar-se Calçada da Picheleira ao troço da Rua Veríssimo Sarmento entre o B.º da Guarda e a Picheleira. Esse era o nome dado nos projectos da C.M.L. ao necessário arruamento (a fazer) ligando do B.º da Calçada da Picheleira (Casal da Porciúncula ou Casal dos Ladrões) à Rua Barão de Sabrosa; isto pelos anos de 1927-36.
Sobre a Queijoca, v. «Gasosa com vinho», 26/9/2009.
Cumpts.
Caro amigo
ResponderEliminarÉ tal e qual como diz. Nesse arruamento só havia um prédio muito antigo. Morava lá um senhor de nome João Cordeiro que era o chefe das oficinas do Antonio da Escola. Em frente fizeram depois outro prédio onde havia uma taberna famosa pelos seus petiscos e que estava sempre cheia de clientes.
As "púrrias" (pedradas) entre a malta da Picheleira e do Alto do Pina era no terreno superior agrícola da Quinta do Gago. Famosos os seus milheirais e trigais. Os nossos pombos nunca passavam fome.
A malta do Alto do Pina concentrava-se no Jardim da Nespera e os da Picheleira perto das traseiras da taberna do Zé da Cachopa na Calçada do Carrascal.
Gladiadores de meia tijela era o que éramos
Cumprimentos
Adriano Rui Ribeiro
Caros Bic Laranja e Adriano Ribeiro:
ResponderEliminar- Será possível acrescentar mais alguns esclarecimentos sobre o Pátio das Águias? A minha falecida mãe falou-me várias vezes sobre ele. Inclusive terá lá tido uma mestra que lhe ensinou as primeiras letras. Uma espécie de pré-escolar de antanho. Mas não sei exactamente onde ficava. Suponho que se situaria no extremo de umas varandas, que tinhm entrada na esquina da Rua Barãode Sabrosa com a Calçada da Ladeira.
Tenho idêntico problema com a Taberna do Zé da Cachopa. Ouví falar dela muitas vezes mas não sei onde era. Também ouví chamar Quinta do Vitorino às casas que se vêm à esquerda dos prédios da Rua Joâo Nascimento Costa. Bate certo? E na Quinta do Valério, alguém ouviu falar?
E o Adriano Ribeiro terá conhecído o Jaime "Cabelinho de Sêda" e o Manel "Foge-ao-Vento")? Foram conteporâneos do "Príncepe".
A revista do "Expresso" desta semana traz um trabalho intitulado "Eduardo Serra - O Único Portugês Nomeado para dois Óscares" cujo, é um filho da Picheleira, tal como ele próprio declara.
A.v.o.
Desafortunadamente nada lhe sei dizer.
ResponderEliminarCumpts.
O Pateo das Águias ficava mesmo em frente ao cimo da Alameda D. Afonso Henriques. Havia um chafariz ao lado da entrada. A familia mais conhecida do Pateo das Águias eram os jornaleiros. Não me lembro dos nomes dos pais (talvez o "foge ao vento") mas conheci os irmãos todos: o Manecas, O Adelino (o Lina do juniores do Benfica)o Cabena, O Principe ( que teve um café na Rua Capitão Roby) e o Totina (meu afilhado de casamento). Outra familia conhecida eram os Chitas. Gente famosa como o Calé e o Mario Reis, excelentes jogadores de futebol. O Pesca (o Cruz do Benfica, campeão europeu) também parava no Pateo das Aguias, mas salvo erro morava na Rua do Garrido. A sede do Aguias do Alto do Pina era na taberna no prédio da Rua Barão de Sabrosa gaveto com a Alameda. O Ricardo Ferraz, treinador de boxe do Sporting também era do Pateo das Aguias, assimo como os irmãos Paz que jogaram no Belenenses.
ResponderEliminarA taberna do Zé da Cachopa ficava na Calçada do Carrascal aí para o numero 153. Dava para as traseiras da Quint Nova ou do Gago. Íamos lá aos Sabados tomar duche por cinco tostões.
Cumpromentos
Adriano Rui Ribeiro
Agora sim, já posso dizer uma coisinha. O Manecas tinha banca na Pr. do Chile, ao pé da Parreirinha. O Totina na Estephania ao pé da Tarantela - o filho estabeleceu-se por ali perto. O Príncipe era o careca da leitaria dessa rua que diz. E o mais que digo é que o Pátio das Águias era um castiço pátio alfacinha.
ResponderEliminarGrato pela informação.
Muito grato ao Adeiano Rui Ribeiro pela informação detalhada do Pátio das Águias. Já tinha perdido a esperança de acrescentar algo mais ao pouco que sabia sobre esse local. O nome deve-se, pelo que ouví dizer, ao par de águias que lhe decoravam a entrada. Tenho imensa mágoa que toda esta informação, bem como as novas tecnologias que a colocam ao alcance de um dedo, já venham demasiado tarde para certa pessoa.
ResponderEliminarA.v.o.
alguem tem fotos da quinta monte coxo sff
ResponderEliminaresses predios eram os primeiros inicio picheleira
ResponderEliminarverdadinha
ResponderEliminaramigo Adriano como se chamava aquele cafe quase em frente ao chafariz ,onde parava o pessoal da pesada , nao me lembro do nome,abraço
ResponderEliminarcaros amigos do BIC Laranja e pessoal do meu bairro ,sera que alguem tem fotos dos anos 60/70s da escola cesario verde ,e da subida para o jardim das nesperas ,que era um calvario quando saiamos da escola e tinhamos que subir aquela rampa enorme.
ResponderEliminarcumps.Marcelo
O pátio das aguias, eu morei em frente, quando fui para lá morar já estava em ruinas. Hoje o local é nº 159 e mais tarde a seguir ao 25 Abril esse prédio teve lá a livraria vento de leste do M.R.P.P.
ResponderEliminarA volta que as coisas levam! Uma novidade, essa livraria.
ResponderEliminarMuito grato da informação.
Não. Gostava de ver. Pode ser que haja.
ResponderEliminarCumpts.