Rua Andrade Corvo, Lisboa. Adiante o cruzamento com a Rua Sousa Martins. A casa da esquina de cá ainda existe, mas está devoluta. Além do cruzamento já não. Mesmo a casa de topo que fecha a rua, lá muito ao longe - a sede, hoje, do jornal Público -, é um pastiche de prédio de rendimento, com enxertia de mansardas pseudo-industriais e caixilharia pós-moderna.
A Dona Elvira aqui entra na garage Parisiense. Neste mesmo lugar ainda há hoje uma garage. O edifício é outro, porém.
Um dos primeiros automóveis de Lisboa junto à Garage Parisiense, Rua Andrade Corvo (Lisboa), 190...
Fotografia de Paulo Guedes in Arquivo Fotográfico da C.M.L..
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Rua Andrade Corvo
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Bons tempos... sobretudo para os peões!
ResponderEliminarAbr.
Preciosidade:)
ResponderEliminarMais uma grande foto.
ResponderEliminarTanta coisa gira que se poderia fazer com estes prédios devolutos...
Tal como com uma pequena casa que se encontra em pleno jardim (?) do Campo Grande!
Também para os automobilistas.
ResponderEliminarCumpts.
:) Cumpts.
ResponderEliminarTal como um bom prédio de rendimento na rua oriental do Campo Grande.
ResponderEliminarCumpts.
Cá para mim, a D. Elvira (porque diabo se chamaríam assím?)vai à garagem só para encher os pneus.
ResponderEliminarA.v.o.
Mais um que vai ao chão...
ResponderEliminarIsto é que é um País de parolos, pá!
Dá impressão.
ResponderEliminarTambém gostava de saber da razão de «D. Elvira».
Cumpts.
É mais que certo.
ResponderEliminarCumpts.