Esquina da António Augusto de Aguiar com a Rua Augusto dos Santos ou com a Rua Carlos Testa (mais esta, me parece). O desenho da porta no prédio de rendimento (aliás todo o prédio) a fazer lembrar o de Ventura Terra na Av. da República, 46 cujo gosto da «Belle Époque» tanto incomoda aos carniceiros da arquitectura pós-moderna (ou a símplices operadores de CAD que das Bellas Artes nada sabem). Na mesma tristonha Av. da República há também o nº 35 (nº 37, digo), com uma porta idêntica, e outro lá ao cimo da dita avenida, já no Campo Grande, quando se tornejava para a Av. 28 de Maio (ou das Forças Armadas, como agora se chama). Este último aparece aí etiquetado na Biblioteca de Arte da F.C.G. como sendo na Almirante Reis; já aqui desfiz veladamente esse erro mas quantos o haverão notado? O outro, o do nº 37, não sei o que se lhe seguirá.
Por fim, também aquele palacete à esquerda teve irmão na Av. Duque de Ávila, lá onde foi a escola Lusitânia. Haverá (haveria) mais? Haver-se-ão de achar, ou não...
Avenida António Augusto de Aguiar, Lisboa, c. 1900.
Alberto Carlos Lima, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..
(Verbete revisto às cinco para as dez da noite.)
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