Vista do cruzamento com a Av. de Roma. Notai a colina no prolongamento dela além do Areeiro, na que é hoje chamada Av. Afonso Costa. O morro do Casal Vistoso, da Quinta das Ameias, não caía abrupto como se ele lá vê actualmente. Estendia-se elevado, sobranceiro à Azinhaga do Areeiro (Rua Abade Faria), até às cercanias da Rua do Garrido. Que terão feito a tanta terra?
Av. João XXI, Lisboa, 195...
Horácio de Novais, in Arquivo Fotográfico da C.M.L.
(Verbete revisto.)
Nunca fomos é muito amantes das verduras!
ResponderEliminarÉ Raul Proença no «Guia de Portugal» que dos saloios nos diz: «O seu horror à árvore, tão rácico, não pouco tem contribuído para despoetizar grandes zonas [...]». Ora sabemos quem habitava estas hortas arrabaldinas.
ResponderEliminarCumpts.
Assim pode ser, mas as avenidas novas foram gizadas por arquitectos de nome e certamente não era "retalhos arrabaldinos". Bem sei que povoaram os logradouros com jardins dignos desse nome, muitos dos quais, agora, não são mais que despoetizados parques de estacionamento, mas as avenidas em si, nunca tiveram grande arvoredo.
ResponderEliminarTambém aqui as avenidas novíssimas: Roma, Paris, Madrid, João XXI, Guerra Junqueiro, Av. da Igreja, já para não falar do bairro das estacas e da Av. dos E.U.A. - Nada como as avenidas novas, essas sim, «boulevards» à parisiense. Mas ainda assim...
ResponderEliminarTemos piorado muito desde aí.
Cumpts.