Primeiras demolições na Mouraria.
A Rua do Martim Moniz ao virar da esquina (esquerda), que deu no pavoroso largo... Para diante a Rua da Palma; para cá idem. À direita o fim da Rua do Martim Moniz prosseguindo as escadinhas da Calçada do Jogo da Péla. Um bairro alfacinha a caminho de desaparecer. Os transeuntes vão indiferentes. A vida corre como se nada fosse.
O fotógrafo passou por lá.
Rua da Palma, Mouraria, 1940-45.
A Rua do Martim Moniz - que com as demolições se já abria em largo - e a tardoz do vetusto palácio do Marquês de Alegrete. Adiante cruza-se a Rua da Palma.
Rua do Martim Moniz, Mouraria, 1940-45.
Fotografias: Estúdio de Mário de Novais, in Biblioteca de Arte da F.C.G.
É certo e sabido que os Lisboetas só perdem a fleuma quando lhes riscam o carro. Da cidade, quem quer saber?
ResponderEliminarAbraço. Caro Bic
Eu. E com escassa mas boa companhia.
ResponderEliminarCumpts. :)
Nem mais, Caro Bic. E até que já nem moro em Lisboa, mas dói-me vê-la assim aviltada, destruída, em nome de um «progresso» que de tal apenas tem o do avanço do mau-gosto, da barbárie e do novo-riquismo bacoco...
ResponderEliminarCumprimentos.
Nem novo-riquismo é. É pobreza declarada. A todos os níveis.
ResponderEliminarCumpts.