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segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Rua Carvalho Araújo

Rua Carvalho Araújo com dois sentidos...

Rua Carvalho Araújo, Lisboa (A. Goulart, s.d.)
Rua Carvalho Araújo, Lisboa, 196...
Artur Goulart, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..

12 comentários:

  1. Attenti al Gatti7/9/10 10:26

    E, apesar de tudo, parecia tão larga. O estabelecimento junto a carrinha de portas abertas era (é?)uma estância de madeiras (porque será que estes estabelecimentos tinham uma denominação tão singular?)e ainda permanece em funções e com o aspecto práticamente inalterado. Em frente, onde estão os dois "mirones", tenho uma vaga ideia de ter sido uma retrosaria/capelista. Não obstante alguma degradação, esta artéria conserva ainda, de modo geral, a aparência original.
    A.v.o.

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  2. Bic Laranja7/9/10 19:45

    Houve algumas demolições e uns acrescentos nuns pédios. As lojas creio que é cmo diz. Os candeeiros de pé mantêm-se e ajudam à aparência original.
    Cumpts.

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  3. E a placa da rua que é linda, está parcialmente escondida por uns acrescentos acrílicos duvidosos.

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  4. Bic Laranja9/9/10 23:03

    Não sei dessa...
    Cumpts.

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  5. http://diasquevoam.blogspot.com/2009/07/bonita-placa-toponimica-pena-e-o.html

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  6. Attenti al Gatti10/9/10 10:03

    Infelizmente estas coisas não me espantam. Mas aguçam-me a curiosidade. Como foi parar alí aquela porcaria? Provávelmente restos de um reclame que algum tosco terá colocado sobreposto à placa toponímica que faz parte integrante das minhas mais longínquas memórias de infância. Gostava dela porque era mais bonita que as placas comuns. Era um tempo em este troço de rua estava vivo. Alí era o prédio da padaria Niterói, cuja furgonete Fordson era provávelmente o único carro que por lá estacionava. O trânsito automóvel fazia-se nos dois sentidos e havia um polícia-sinaleiro no cruzamento com a Morais Soares. O Largo Mendonça e Costa, arborizado, era uma ilha de frescura e não um parque de estacionamento. Os prédios à volta eram habitados por gente de classe-média e reformados. Mas já então havia poucos jovens. Mas havia muito comércio e gente, dentro e fora de portas. E não é possível esquecer o Mineira, ardina que mandava os jornais, certeiramente, para as varandas e descía dos eléctricos em andamento, à maneira típica deles. E havia a pastelaria Bijou onde está hoje o Externato Marquês de Pombal e onde pontificava a fina-flôr lá do sítio. E havía muito mais coisas onde hoje não há quase nada. E houve o olhar de um miúdo, que captou imagens, que se cristalizaram em memórias, também elas efémeras.
    A.v.o.

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  7. Ainda não atinei com essa placa. É em Lisboa?
    Cumpts.

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  8. Mesmo junto à esquina com a Morais Soares.

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  9. Sim senhora. Muito obrigado! :)

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  10. Que memórias esta foto me trouxe, onde estão os dois mirones era a barbearia "do coxo", nas janelinhas pequenas adiante era o sapateiro, logo a seguir a padaria e na porta seguinte vivia eu, no 31 :)

    um pouco antes no mesmo passeio havia a papelaria do sr. Almeida :)

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  11. A rua onde nasci... sim sem duvida que a estancia ainda existe tal e qual como está, e a retrosaria até á bem pouco tempo também seguia sendo, eu nasci no numero 33, a rua ainda conserva o seu aspecto original... mas nos ultimos 20 anos tem vindo a perder encanto e brilho...

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