A consequência mais formidável da massificação do ensino é havermos o dr. Rui Santos por doutor, discorrendo cientificamente sobre todos os ângulos da bola para lá de 90 minutos em cada domingo à noite.

Fotografia do dr. Rui Santos na página do governo sobre o Congresso do Desporto, 2006.
ResponderEliminarCaro Amigo,
E havermos nós de sofrê-lo, a ele e a outros génios da bola falada, como se já não nos bastassem os da bola jogada, a toda a hora a debitar conselhos idiotas na Publicidade desgovernada que por aí grassa...
Nunca tão poucos se repimparam com tanto, à conta de imensas multidões açuladas pelos ditos génios palavrosos, perversos na sua suposta função, pese o empréstimo aqui tomado à célebre declaração de Churchill, em tema bem mais elevado.
Quem nos livrará desta praga futeboleira ?
Bom início de semana.
Não há pachorra.
ResponderEliminarE o ar circusnpecto e altamente concentrado com que falam do assunto, com a mesmissíma preocupação de um cientista que tem que explicar qual a solução para todos os males do mundo.
É duro. Muito duro. Principalmente para nós.
Lembrem-se que o homem é um accionista importante em quem participa no mando na Sic. Quando éramos miúdos o dono da bola não jogava sempre, mesmo que fosse um cepo?
ResponderEliminarAbraço
Isto de falar tanto em bola é como falar um quadro sem valor nenhum, por isso toca a falar na moldura que é muito bonita bla bla bla e assim não se vê a realidade do nosso pais cada vez mais vazio em termos de cultura.
ResponderEliminarOs doutores em bola é que não. Cumpts. :)
ResponderEliminarPois! E serão mais doutos os dòtores em bola ou os dòtores em consultoria? Cumpts. .)
ResponderEliminarEstá então explicado. Cumpts.
ResponderEliminarDa bola falam muito além dos nós da madeira da moldura. Chegam até à vizinha da sogra do marceneiro que a fez.
ResponderEliminarCumpts.
E por falar em futebol: é interessante vericar que a nomeação de Rui Costa para director desportivo do Benfica tenha tido mais importância nos noticiários do que a suspensão da realização da Feira do Livro. É a cultura do pontapé ou um pontapé na cultura?
ResponderEliminarA.v.o.
Tal como há quem não saiba que estar vivo é o contrário de estar morto, também há quem não saiba que o futebol se joga com uma bola e uma baliza.
ResponderEliminarPor tudo isso... O que seríamos nós sem o Dr. Rui!? :)
Eu acho que é mesmo a cultura do pontapé. Muitas vezes até no português! :-)
ResponderEliminarAgora a sério… não consigo deixar de me espantar com o tempo que o futebol ocupa nos Telejornais, em detrimento das notícias realmente importantes.
Parece-me ser uma coisa simples de resolver… Mas deve ser uma missão impossível obrigar as televisões a dar o mesmo tempo de antena à Cultura que dão ao futebol - que nem sequer é ao desporto em geral!
Abraço
Luciana
PS- Já agora, Sr. Atentti al Gatti , de onde lhe vem esse seu esse nome tão curioso? Acho-o maravilhoso. Parece um prato italiano… :-)
É a cultura do pontapé na bola; para pontapear a cultura era preciso que a reconhecessem para chutá-la. E não são capazes. Cumpts.
ResponderEliminarO que seria de nós. Isso! Cumpts.
ResponderEliminarRespondendo à pergunta da Srª D. Luciana:
ResponderEliminar- Lamento desiludi-la, cara senhora, mas a origem do nome é prosaica. Como tenho um gato e uma gata, um familiar trouxe-me de Itália um azulejo com uma bonita imagem de dois gatos e, por baixo, a inscrição, cuja reprodução lhe despertou a curiosidade e que apenas quer dizer "cuidado com os gatos", à semelhança de "cuidado com o cão". Esse azulejo está colocado à entrada do meu humilde tugúrio. Assim, por falta de imaginação, o nome que uso aquí é também o que identifica a minha porta.
A.v.o.
Na verdade, é com uma bola e "duas" balizas :)
ResponderEliminarObrigada pelo esclarecimento!
ResponderEliminarNão falo nem escrevo italiano mas calculei que "à letra" fosse esse mesmo o seu significado (não é assim tão diferente do português - embora bem mais musical...). Julguei foi que escondesse mais qualquer coisa (tipo: gato por lebre! :-) ) .
No entanto, não me desilude, de forma alguma, a sua singela origem… A originalidade também reside na forma como damos nova vida às coisas mais singelas.
E lá que é bonito… é! :-)
Abraço
Luciana (não Sra. D. – que é muito pesado! :-) )
Fico-lhe grato pelas suas amáveis palavras, cara Luciana (assim, em versão "light", a seu pedido e na condição de esquecer o sr.). Estou de acordo no que respeita à singeleza das coisas, embora que neste caso prevaleceu mais o pragmatismo.
ResponderEliminarA.v.o.
Ah, pois é! Lá falhei eu uma das aulas do Dr. Rui! :-)
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