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sábado, 10 de maio de 2008

Da ratificação do tracto de Lisboa


« Os manes de hum Afonso Henriques, de hum Nuno Alvares Pereira, do grande Afonso de Albuquerque, e de tantos outros que nos precederam na carreira da gloria e do amor da Patria, não vos envergonheis de receber no vosso gremio as almas dos novos Heroes, que cahirão nos campos da honra para viverem eternamente e que sellárão com o seu sangue a nossa independencia: elles são dignos da vossa amizade, do nosso reconhecimento e da admiração da Posteridade.»


Gazeta de Lisboa, 17 de Abril de 1811, apud Joaquim Veríssimo Serrão, História de Portugal, vol. VII, 3.ª ed., Verbo, Lisboa, 1983, p. 92.



 


Como tornassem a perder (os romanos) resolveram então subornar três coompanheiros do valente montanhês, que mataram o seu chefe enquanto ele dormia.
Traição a Viriato.
Ilustração: Carlos Alberto Santos, in História de Portugal, 13.ª ed., Agência Portuguesa de
Revistas, Lisboa, &c., 1968.

6 comentários:

  1. Trato, sim, Amigo Bic. Mas de polé!
    Abraço

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  2. Tratado, dizem. A mim parece-me enfermo... " O Tratado de Lisboa é um atentado a todas as regras da democracia. Foi aprovado à revelia dos povos e evitando a cidadania." (Vitorino Magalhães Godinho, in Expresso, caderno Única, nº1854 de 10MAI008, págs. 92).
    A sério: isto está mesmo mau. Até o primeiro-ministro já teve que se dedicar a tempo inteiro à venda de Banha-da-Cobra.
    A.v.o.

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  3. Trato ainda no sentido de comércio. Cumpts.

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  4. O primeiro ministro é aquele senhor que levou os tratantes a almoçar nas cocheiras de Belém para comemorar o feito? Não admira...
    Cumpts.

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  5. Hum... Olha um cromo da caderneta da História de Portugal...
    :-)

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